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Gênesis, GN, 21:1, O Senhor visitou Sara, como tinha dito, e cumpriu o que lhe havia prometido.
Por Gênesis, Antigo TestamentoSer homem é ter uma história, e não ser pura natureza. Ser homem é saber que o mundo não foi dado, mas que se cria.
Por Gabriel CelayaMarcos, MC, 14:54, Pedro seguiu Jesus de longe até o interior do pátio do sumo sacerdote e estava assentado entre os servos, aquentando-se ao fogo.
Por Marcos, Novo TestamentoTô longe de ser tudo o que 'cê pensou O ideal já não existe se você já se apaixonou Deixa pra lá, deixa eu te cuidar Deixa acontecer naturalmente
Por Elana DaraNão te trago ouro Porque ele não entra no céu, E nenhuma riqueza deste mundo... Não te trago flores Porque elas secam e caem ao chão, te trago os meus versos simples Mas que fiz de coração...
Por ChimarrutsDeuteronômio, DT, 15:20, De ano em ano vocês e as suas casas devem comer esses animais diante do Senhor, no lugar que o Senhor escolher.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoQuando eu ouço um banjo bem tocado Fico todo arrepiada E nem sei o que me dá Ao chegar o tom em meu ouvido Eu me vejo comovida Com vontade de cantar
Por Jovelina Pérola NegraA COR DA SAUDADE Era uma vez uma menina que tinha um pássaro encantado. Ele era encantado por duas razões: Não vivia em gaiolas, vivia solto, Vinha quando queria, quando sentia saudades... E sempre que voltava, suas penas tinham cores diferentes, As cores dos lugares por onde tinha voado. Certa vez voltou com penas Imaculadamente brancas, e contou histórias de montanhas cobertas de neve. Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e contou histórias de desertos incendiados Pelo sol. Era grande a felicidade quando eles Estavam juntos. Mas, sempre chegava a hora do pássaro Partir... A menina chorava e implorava: - Por favor, não vá. Terei saudades, vou chorar. - Eu também terei saudades - dizia o Pássaro - mas vou lhe contar um segredo! Eu só sou encantado por causa da Saudade. É ela que faz com que minhas Penas fiquem bonitas... Senão você deixará de me amar. E partiu. A menina, sozinha, chorava. Uma certa noite ela teve uma idéia: e se o Pássaro não partir? Seremos felizes para sempre! Para ele Ficar, basta que eu o prenda numa gaiola. E assim fez. A menina comprou uma gaiola de prata, A mais linda que ela encontrou. Quando o pássaro voltou, eles se Abraçaram, ele contou histórias e Adormeceu. A menina aproveitou o seu sono e o Engaiolou. Quando o pássaro acordou deu um grito De dor. - Ah! O que você fez? Quebrou o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me Esquecerei das histórias. Sem a saudade, o amor irá embora... A menina não acreditou... Achou que ele se acostumaria. Mas, não foi isso o que aconteceu. Caíram as plumas e as penas Transformaram-se em um cinzento triste. Não era mais aquele o pássaro que ela Tanto amava... Até que ela não mais agüentou e abriu a Porta da gaiola. - Pode ir, pássaro - Volte quando você quiser... - Obrigado - disse o pássaro - irei e voltarei Quando ficar encantado de novo. Você sabe, ficarei encantado de novo Quando a saudade voltar dentro de mim E dentro de você. Quantas vezes aprisionamos a quem Amamos, pensando que estamos fazendo o melhor? Pense. Deixar livre é uma forma singela de ver, ter... Direcione o seu amor não para a prisão e sim para a conquista, sempre.
Por Fênix FaustineÀ medida que envelheço, presto menos atenção ao que as pessoas dizem; simplesmente observo o que fazem.
Por Andrew CarnegieTestamento O que não tenho e desejo É que melhor me enriquece. Tive uns dinheiros - perdi-os... Tive amores - esqueci-os. Mas no maior desespero Rezei: ganhei essa prece. Vi terras da minha terra. Por outras terras andei. Mas o que ficou marcado No meu olhar fatigado, Foram terras que inventei. Gosto muito de crianças: Não tive um filho de meu. Um filho!... Não foi de jeito... Mas trago dentro do peito Meu filho que não nasceu. Criou-me, desde eu menino Para arquiteto meu pai. Foi-se-me um dia a saúde... Fiz-me arquiteto? Não pude! Sou poeta menor, perdoai! Não faço versos de guerra. Não faço porque não sei. Mas num torpedo-suicida Darei de bom grado a vida Na luta em que não lutei!
Por Manuel Bandeira