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Meu submarino sou eu Minha força de sonhar sou eu também Porque quando todos vão embora Eu me tranco aqui, e tudo bem
Por Giovani Cidreira“eu ouço falar muito de educar para a cidadania. Não é. É educar no exercício desse princípio de que individualmente sou responsável pelo meu coletivo. Minha liberdade começa onde começa a liberdade do outro. Questão de solidariedade, empatia. Competências do século 21, pelo menos na teoria”.
Por José PachecoSalmos, SL, 71:12, Ó Deus, não te ausentes de mim; Deus meu, apressa-te em me socorrer.
Por Salmos, Antigo TestamentoRomanos, RM, 1:2, que ele, no passado, prometeu por meio dos seus profetas nas Escrituras Sagradas.
Por Romanos, Novo TestamentoI Samuel, 1SM, 10:2, Hoje, quando você se afastar de mim, encontrará dois homens junto ao túmulo de Raquel, no território de Benjamim, em Zelza. Eles lhe dirão: ´Já foram achadas as jumentas que você foi procurar. E eis que agora o seu pai já não pensa no caso delas e está aflito por causa de vocês, dizendo: ´Que posso fazer por meu filho?``
Por I Samuel, Antigo TestamentoMarcos, MC, 8:16, E eles começaram a discutir entre si, dizendo: - Ele diz isso porque não temos pão.
Por Marcos, Novo TestamentoO amor é a única emoção forte o suficiente para tirar nossos pés do chão, mas permanecer impassível quando caímos de joelhos.
Por Craig D. LounsbroughLucas, LC, 1:64, Imediatamente a boca de Zacarias se abriu e a língua se soltou. Então começou a falar, louvando a Deus.
Por Lucas, Novo TestamentoEstatística Escrever poemas não vale um corpo caído no asfalto. Sinais de sangue no sapato. Riso apagado no ato. Escrever poemas não vale a memória dos inimigos da horda jogados na caldeira dos silêncios. Escrever poemas não vale a noite incômoda e feroz dos que dormem cobertos de luas e estrelas. Escrever poemas não vale um único segundo de um dia inteiro penando injustiças… Escrever poemas não vale a primeira sílaba da palavra morte – derradeira dormida do corpo e da alma. Não vale o poema. Não vale o silêncio sob o manto dormente das milícias. Não vale a outra face navalhadano tapa. Não vale a pele do mapa. Não vale a trapaça da dor, ferida aberta na couraça.
Por Lau SiqueiraHoras Mortas Breve momento após comprido dia De incômodos, de penas, de cansaço Inda o corpo a sentir quebrado e lasso, Posso a ti me entregar, doce Poesia. Desta janela aberta, à luz tardia Do luar em cheio a clarear no espaço, Vejo-te vir, ouço-te o leve passo Na transparência azul da noite fria. Chegas. O ósculo teu me vivifica Mas é tão tarde! Rápido flutuas Tornando logo à etérea imensidade; E na mesa em que escrevo apenas fica Sobre o papel – rastro das asas tuas, Um verso, um pensamento, uma saudade.
Por Alberto de Oliveira