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Eclesiastes, EC, 1:1, Palavras do Pregador, filho de Davi, rei de Jerusalém.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

Eu quero muito cantar junto com você, Carole.

Por Carole e Tuesday

⁠Você provavelmente está pensando que deu te devo a minha vida.

Por Brigid Kemmerer

Deuteronômio, DT, 26:9, Ele nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 31:16, Assim diz o Senhor: ´Reprima a sua voz de choro e enxugue as lágrimas de seus olhos, porque o seu trabalho será recompensado`, diz o Senhor; ´pois os seus filhos voltarão da terra do inimigo.

Por Jeremias, Antigo Testamento

O cérebro emocional responde a um evento com muito mais rapidez do que o cérebro racional.

Por Daniel Goleman

"ninguém nunca me disse como lidar com coisas assim. abrir mão não deveria ser indolor se você nunca aprendeu a segurar?"

Por David Levithan

SONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!

Por Álvares de Azevedo

Sim, curvo-me ante a beleza de ser às vezes zombo de mim mesmo ao término de uma inteligente e aguçada constatação. Ermitão do insólito, poeta da dúvida Entretanto duvido a dúvida por ser dúvida fruto de uma premissa lógica Mas nego, afirmo e não duvido de nada Prisioneiro sem grade desse silêncio eterno.

Por Raul Seixas

O talento é um título de responsabilidade.

Por Charles de Gaulle