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⁠Bons instintos são obtidos cometendo erros. Se tiver sorte para sobreviver a alguns erros, você vai se sair bem aqui fora.

Por Amor e Monstros (filme)

Oi, deuses. Aqui é a Devi Vishwakumar, sua garota hindu favorita do Vale de San Fernando. E aí?

Por Eu Nunca... (série)

O amor tem momentos realmente exaltantes: são as rupturas.

Por Jean Giraudoux

Romanos, RM, 9:14, Que diremos, então? Que Deus é injusto? De modo nenhum!

Por Romanos, Novo Testamento

Se a luz do sol não pára de brilhar Se ainda existe noite e luar O mal não pode superar Quem tem fé pra rezar diz amém E ver que todo mundo é capaz De ter um mundo só de amor e paz Quando faz só o bem

Por Arlindo Cruz

Rute, RT, 1:19, Então ambas se foram, até que chegaram a Belém. E aconteceu que, ao chegarem ali, toda a cidade se comoveu por causa delas. E as mulheres perguntavam: - Essa não é a Noemi?

Por Rute, Antigo Testamento

Esdras, ED, 2:24, Os filhos de Azmavete, quarenta e dois.

Por Esdras, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 14:9, Assim também vocês, se com a língua não disserem palavra compreensível, como se entenderá o que é dito? Porque vocês estarão como que falando ao vento.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Romance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.

Por Federico García Lorca

Novos desejos se aprosimam, ergue-se a vontade da paixão.... Novas amizades se unem com as velhas, feliz quem luta pela paixão ,Novos caminhos destraçados um unico amor para lutar,desdehando profundas ondas da paixão, paixão força para nos mostra o amor.

Por Gil Vicente