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Salmos, SL, 126:4, Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠Os Que Ficaram William Contraponto Era. Sem disfarces. Mas também — sem cartazes. Fui o que era, sem anunciar, sem negar. Toquei muitos — como eu — sem nomear o que havia. Corpos sabiam, palavras não. Alguns chamariam de busca, outros, de fuga. Para mim, era caminho. Até que me aceitei. Me revelei. Não ao mundo — mas a mim. E bastou. Enquanto tantos, com quem me perdi, optaram por se esconder. Assinaram papéis, tiveram filhos, ergueram casas. Mas não abrigo. Fizeram o que se espera. E esperam, ainda hoje, que a vida passe sem que ninguém veja o que falta por dentro. Ficaram nas sombras das aparências. Eu?  Neguei esse papel.

Por William Contraponto

Mas onde se deve procurar a liberdade é nos sentimentos. Esses é que são a essência viva da alma.

Por Johann Goethe

Gênesis, GN, 42:27, Quando um deles abriu o saco de cereal, para dar de comer ao seu jumento na estalagem, encontrou o dinheiro na boca do saco de cereal.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Mas no tempo não havia horas.

Por Graciliano Ramos

Marido e mulher amavam os hóspedes, porque sem eles acabavam por brigar.

Por Anton Tchekhov

Vou te deixar à vontade Larga tudo aí e vem me encontrar mais tarde O cheiro da sua pele inebria, invade É chama que até sem oxigênio se arde Eu quero te falar tudo que eu mais quero Quero a vida do seu lado e começar do zero Se eu pudesse fazer mais, eu faria mais Pra te ver bem mais que feliz, eu te juro, sincero

Por Gloria Groove

A linguagem de seu coração é que irá determinar a maneira correta de descobrir e manejar a sua existência.

Por Paulo Coelho

Tempestade sempre rola, mas minha fé desvia. Mau-olhado aqui é mato e eu sou mais eu. Já, já queima sempre a energia negativa, sempre que a vibe destrutiva se aproxima. Quando a porta abria e apareci, eu sabia o que Deus tinha guardado, e meu choro sorria.

Por Flora Matos

Em plena era nova Há criaturas que deixaram, na Terra, como único rastro da vida robusta que usufruíram na carne, o mausoléu esquecido num canto ermo de cemitério. Nenhuma lembrança útil. Nenhuma reminiscência em bases de fraternidade. Nenhum ato que lhes recorde atitudes como padrões de fé. Nenhum exemplo edificante nos currículos da existência. Nenhuma idéia que vencesse a barreira da mediocridade. Nenhum gesto de amor que lhes granjeasse sobre o nome o orvalho da gratidão. A terra conservou-lhe, à força, apenas o cadáver – retalho de matéria gasta que lhes vestira o espírito e que passa a ajudar, sem querer, no adubo às ervas bravas. Usaram os empréstimos do Pai Magnânimo exclusivamente para si mesmos, olvidando estendê-los aos companheiros de evolução e ignorando que a verdadeira alegria não vive isolada numa só alma, pois que somente viceja com reciprocidade de vibrações entre vários grupos de seres amigos. Espíritas, muitos de nós já vivemos assim! Entretanto, agora, os tempos são outros e as responsabilidades surgem maiores. O Espiritismo, a rasgar-nos nas mentes acanhadas e entorpecidas largos horizontes de ideal superior, nos impele para a frente, rumo aos Cimos da Perfectibilidade. A humanidade ativa e necessitada, a construir seu porvir de triunfos, nos conclama ao trabalho. O espírito é um monumento vivo de Deus – o Criador Amorável. Honremos a nossa origem divina, criando o bem como chuva de bênçãos ao longo de nossas próprias pegadas. Irmãos, sede os vencedores da rotina escravizante. Em cada dia renasce a luz de uma nova vida e com a morte somente morrem as ilusões. O espírito deve ser conhecido por suas obras. É necessário viver e servir. É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que pó! (Psicografada por WALDO VIEIRA. Sobre o CAP. XVIII – Item 9 do ESE)

Por Eurípedes Barsanulfo