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Não adianta me mandarem um roteiro e esperarem que eu apenas dirija. Eu preciso saber do que estou falando.
Por Kleber Mendonça FilhoI Coríntios, 1CO, 14:27, No caso de alguém falar em línguas, que não sejam mais do que dois ou, quando muito, três, e isto sucessivamente, e haja alguém que interprete.
Por I Coríntios, Novo TestamentoFaça tudo que outros falam para você fazer. Seja aquilo que queiram que você seja.. fará o que não deseja, e será o que não enseja.
Por marcoacortesAtos, AT, 7:31, Moisés ficou maravilhado diante daquela visão e, aproximando-se para contemplá-la, ouviu-se a voz do Senhor, que disse:
Por Atos, Novo TestamentoJó, JÓ, 36:18, Tenha cuidado para que a ira não o leve a zombar, nem permita que a grande quantia do resgate o desvie.
Por Jó, Antigo TestamentoDeus ouve o coração, mas responde ao clamor da fé e esperança, e não à voz da queixa.
Por Janice F RochaJosué, JS, 24:26, Josué escreveu estas palavras no Livro da Lei de Deus. Pegou uma grande pedra e a erigiu ali debaixo do carvalho que estava junto ao santuário do Senhor.
Por Josué, Antigo TestamentoPara além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.
Por Clarice LispectorUma das muitas coisas que aprendi com meu avô [Mahatma Gandhi] foi a compreender a profundidade e a amplitude da não violência e a reconhecer que somos todos violentos e precisamos efetuar uma mudança qualitativa em nossas atitudes.
Por Arun Gandhi