Veja outros textos inspiradores!

Às vezes tenho idéias felizes, Idéias subitamente felizes, em idéias E nas palavras em que naturalmente se despegam... Depois de escrever, leio... Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto? De onde me veio isto? Isto é melhor do que eu... Seremos nós neste mundo apenas canetas com tinta Com que alguém escreve a valer o que nós aqui traçamos?...

Por Álvaro de Campos

Sem horas e sem dores, respeitável público pagão, bem-vindo ao Teatro Mágico! Sintaxe à vontade..." Assim, brincando com um jogo de palavras, com os rostos pintados, vestidos com trapos e com narizes de palhaços, a trupe do Teatro Mágico há dois anos apresenta ao público uma mescla de circo, dança, teatro, música e poesia. O idealizador do projeto é o vocalista da trupe, Fernando Anitelli, que se inspirou no livro O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, que discute a existência de vários personagens que trazemos dentro de nós mesmos. O protagonista da história, Harry Heller, se depara com um luminoso no qual se lê O Teatro Mágico - Entrada para Raros. “Aquilo me chamou muito a atenção porque eu sou uma pessoa rara, só tem um de mim. Assim como todos os momentos e todas as pessoas são raros”, diz. O grupo que possui formação variada de 11 a 22 pessoas de acordo com o local do show possui números bastante significativos de público e de venda de cds e dvs a preços módicos, R$5,00 e R$10,00 respectivamente. “Acho um desrespeito com o público cobrar mais de R$20,00 um cd sendo que nem 10% dessa quantia fica com o artista. O nosso material é organizado e vendido pelo meu pai Odácio Anitelli em todos os nossos shows e já vendemos cerca de quatro mil cds”, comenta. Mas como a trupe possui cerca de 500 pessoas em seus shows e vende uma média de 150 cds por noite tudo por fora da mídia? Anitelli explica “o nosso sucesso é através do boca-a-boca, dos amigos que levaram os amigos, que levaram os amigos e assim sucessivamente. Vez ou outra participamos de programas de tv, damos entrevistas para jornais ou revistas, mas a mídia mais palpável, a que podemos mensurar a aceitação do público, é o Orkut, rede de amigos através da Internet”, pontua. Existem 20 comunidades que se referem ao teatro mágico no Orkut. A maior delas intitulada O Teatro Mágico possui mais de 2.500 membros, além de outras menores com o nome de músicas, de fãs, de apresentações em determinados espaços e até de outros estados como Bahia, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Ainda não nos apresentamos fora do Estado de São Paulo, mas tivemos duas aparições na TV. Isso foi o suficiente para que as pessoas nos conhecessem e divulgassem o nosso trabalho”.

Por Fernando Anitelli

O desejo de agradar aos amigos é por assim dizer uma desforra da ambição.

Por Marcel Proust

De certa forma, [nós, músicos,] somos mágicos. Somos alquimistas, feiticeiros e magos. Somos um bando bem estranho. Mas há muita diversão em ser um mago. E um grande poder também.

Por Billy Joel

I Reis, 1RS, 20:11, Porém o rei de Israel respondeu: - Digam ao rei Ben-Hadade: ´Quem se veste para a batalha não deve se gabar como aquele que está se despindo depois da vitória.`

Por I Reis, Antigo Testamento

Eu finjo que não tenho coração, da mesma forma que algumas pessoas fingem ter.

Por Blair Waldorf

Ezequiel, EZ, 23:28, - Porque assim diz o Senhor Deus: ´Eis que eu a entregarei nas mãos daqueles que você odeia, nas mãos daqueles que, com nojo, você abandonou.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 27:31, Raparão a cabeça por sua causa, vestirão roupa feita de pano de saco e chorarão por você com amargura de alma e com amarga lamentação.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Levítico, LV, 20:17, - Se um homem casar com a sua irmã, filha de seu pai ou filha de sua mãe, e se ele tiver relações com ela e ela tiver relações com ele, será uma indecência; portanto, serão eliminados na presença dos filhos do seu povo; ele envergonhou a sua irmã; levará sobre si a sua iniquidade.

Por Levítico, Antigo Testamento

Constantemente, explicamos por paixões generosas ou considerações elevadas procedimentos que nos foram inspirados por sentimentos mesquinhos ou por cega irreflexão.

Por Émile Durkheim