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Oséias, OS, 5:13, ´Quando Efraim viu a sua enfermidade e Judá notou a sua ferida, Efraim se dirigiu à Assíria e enviou mensageiros ao grande rei. Mas ele não tem condições de curá-los, nem de sarar a sua ferida.

Por Oséias, Antigo Testamento

Românticos! Somos os mais cobiçados e os mais corajosos, pois só covardes têm medo de amar! Sou decidido e quando percebo, já estou envolvido, me entregando aos ruídos que faço ao beijar! O perfume do teu suor, teu toque em meu corpo me fazem viajar nos meus mais loucos pensamentos, lindos momentos que me ponho a imaginar! Me pergunto sem entender como alguém na face desse mundo tem medo de amar? Um sentimento verdadeiro, prazeroso e "inteiro" que não deixa nada a desejar! Quase uma arte, o amor pinta quadros na vida da gente e nos faz lembrar...como é bom ser amado e ser responsável pela felicidade daquele que ao meu lado está!

Por Leandro Melo

Autoridade sem sabedoria é como um machado sem corte, capaz de estragar, incapaz de lapidar.

Por Anne Bradstreet

O rico salva o pobre da sua miserabilidade. O pobre salva o rico de sua futilidade. Perdidos e redentores se encontram na generosidade.

Por Ed René Kivitz

⁠Na selva social da existência humana, não há sensação de estar vivo sem um sentido de identidade.

Por Erik Erikson

Dou valor as coisas, não por aquilo que valem, mas por aquilo que significam.

Por Gabriel García Márquez

⁠Calcula, minha amiga, que tortura! Amo-te muito e muito, e, todavia, Preferira morrer a ver-te um dia Merecer o labéu de esposa impura! Que te não enterneça esta loucura, Que te não mova nunca esta agonia, Que eu muito sofra porque és casta e pura, Que, se o não foras, quanto eu sofreria! Ah! Quanto eu sofreria se alegrasses Com teus beijos de amor, meus lábios tristes, Com teus beijos de amor, as minhas faces! Persiste na moral em que persistes. Ah! Quanto eu sofreria se pecasses, Mas quanto sofro mais porque resistes!

Por Aluísio Azevedo

Mateus, MT, 14:16, Jesus, porém, lhes disse: <J> - Não precisam ir embora; deem vocês mesmos de comer a eles.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassosegos grandes. Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz, Nem invejas que dão movimento demais aos olhos, Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria, E sempre iria ter ao mar. Amemo-nos tranquilamente, pensando que podíamos, Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias, Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro Ouvindo correr o rio e vendo-o. Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as No colo, e que o seu perfume suavize o momento — Este momento em que sossegadamente não cremos em nada, Pagãos inocentes da decadência. Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova, Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos Nem fomos mais do que crianças. E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio, Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti. Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio, Pagã triste e com flores no regaço.

Por Ricardo Reis

Na cidade o crime se tornou um emblema de classe e raça. Porém no subúrbio, é íntimo e psicológico - resistente a generalização, um mistério da alma individual.

Por Barbara Ehrenreich