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Marcos, MC, 3:22, Os escribas, que tinham vindo de Jerusalém, diziam: - Ele está possuído de Belzebu. Ele expulsa os demônios pelo poder do maioral dos demônios.
Por Marcos, Novo TestamentoMateus, MT, 18:8, <J> - Se a sua mão</J> <J>ou o seu pé leva você a tropeçar, corte-o e jogue fora; pois é melhor você entrar na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, ser lançado no fogo eterno.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoSeus lábios foram feitos para os meus, Beck. Você é a razão de eu ter uma boca, um coração.
Por Caroline KepnesJoão, JO, 1:20, Ele confessou e não negou; confessou: - Eu não sou o Cristo.
Por João, Novo Testamento(dia das mães) ESCRITA, é sempre você quem me resgata do limiar do iminente nada que borbulha em camadas de pensamentos perigosos e palavras, cepas resistentes à droga da vida. E no peito, que quase não respira, (sobre o qual de bom grado recebo o anel que aperta) ouvir florescer o buquê de promessas. Assim, rainha – tão descalça quanto um rei de carnaval – sob os pés os paetês de brilho fácil se extinguem ao passo que a cabeça-balão-de-parada a cada meneio exibe o sorriso do enforcado.
Por Claudia Roquette-PintoSe um dia você perder a confiança em mim, eu quero que você continue confiando nas pessoas.
Por Batman - O Cavaleiro das TrevasO tempo não pode apagar o que passou Mas eu vou te esquecer, eu sei O tempo não pode me trazer o que perdi Mas eu sei aonde ir O que eu quero e o que eu preciso Não está longe de mim
Por Karol KampProsa Patética Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido. As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono. Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças, Sempre querendo, querendo. Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança Do hálito quente do outro. A voz, o viço. Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão, Expulsar de mim essa Nossa Senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito. Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo, Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora. A mulher que engravida porque gosta de criança. Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: madrugada, mãe, Ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido, E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada, Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja, Neste fim de século sem certezas? Eu quero que a solidão me esqueça.
Por Viviane MoséII Crônicas, 2CR, 20:22, No momento em que eles começaram a cantar e a dar louvores, o Senhor pôs emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram derrotados.
Por II Crônicas, Antigo Testamento