Veja outros textos inspiradores!

O sim era o tema do nosso relacionamento. Embora ter filhos seja a melhor coisa que já aconteceu conosco o não se tornou o novo sim. Dizer não faz parte do trabalho. O não é a luz. O não é a resposta.

Por Dia do sim (filme)

Isaías, IS, 5:5, ´E agora lhes darei a conhecer o que pretendo fazer com a minha vinha: vou tirar a cerca que está ao redor, para que a vinha sirva de pasto; derrubarei o seu muro, para que ela seja pisoteada.

Por Isaías, Antigo Testamento

⁠Alguém avisa pro falso cristão Que todo jovem preto um dia foi um feto Não venha me dizer que é a favor da vida Se quando nos assassinam você fica quieto O papo é reto, poucas ideia Sobrevivência, revolução Eles vão tentar tomar meu lugar Mas tipo Rosa Parks, eu digo: Hoje não

Por Cesar MC

Comece a trabalhar com seus clientes em potencial como se eles já tivessem contratado você.

Por Jill Konrath

⁠Acredite que tudo vai melhorar. Porque vai. Acredite que a felicidade vai te encontrar. E seja feliz!

Por Laís Carvalho - Diário Meu Oficial

Gênesis, GN, 24:51, Aqui está Rebeca; leve-a com você e que ela seja a mulher do filho do seu senhor, segundo a palavra do Senhor Deus.

Por Gênesis, Antigo Testamento

E eu me entreguei por ti, Já fiz de tudo um pouco, Flores, cartas, por um triz eu fiquei louco, Tudo por você, nunca pedi pra me agradecer!

Por Banda Cine

Quanto menos acredito em Deus, mais falo dele.

Por Gesualdo Bufalino

Meu diário público 25/05/2025 Me chamo Aline Caira, costumo usar o pseudônimo de Kayra, enfim... carrego em mim a história de uma infância moldada pela hostilidade e crueldade. Um lar que, ao invés de ser um refúgio, foi palco de violência física, mental e psicológica, tecendo uma teia de sofrimento em meu ser. Cresci em silêncio, aprendendo a suportar a dor, pois, aos olhos de meus algozes, eu era um ser desprezível, culpada até mesmo pelas travessuras e pequenas artes inerentes à infância. A cumplicidade de minha própria irmã, que, ao invés de ser amiga, me apelidava de "bruxa", "Olivia Palito" e me atacava com palavras cruéis sobre minha magreza, feiúra e suposta burrice, só aprofundava a ferida. A fachada de felicidade em passeios e eventos logo se desfazia ao cruzar a porta de casa, onde o terrorismo psicológico se instalava. Era o inferno particular, a solidão em meio àqueles que deveriam me amar. As palavras, como navalhas, cortavam minha alma, somadas às agressões físicas que marcaram meu corpo: chutes, pontapés, puxões de cabelo, socos no rosto, tapas ensurdecedores. Unhas que rasgavam minha pele, beliscões que me feriam profundamente. A violência escalou ao ponto de um afogamento simulado por minha própria mãe em um tanque d'água, um ato que ecoa em meus pesadelos até hoje. Fui atirada da escada, humilhada e exposta a situações vexatórias, com meu pai me xingando e espancando em público, na rua, na escola, até mesmo diante da diretora. A vergonha e o medo se tornaram meus companheiros constantes. O que torna tudo ainda mais lamentável é a conivência silenciosa dos familiares, testemunhas passivas do meu sofrimento. O motivo? Permanece um mistério doloroso. É incompreensível a existência de seres humanos capazes de presenciar o sofrimento de uma criança e permanecer inertes. Na vida adulta, carrego comigo essa criança ferida, sedenta por amor e pela segurança que nunca encontrou nos braços de seus pais. A busca por esse afeto perdido se manifesta em padrões de comportamento, em relacionamentos que, muitas vezes, repetem a dinâmica dolorosa do passado. Minha vida adulta é permeada por tristezas, dores e sofrimentos. A depressão se tornou uma sombra constante, uma batalha diária que me consome. Há dias em que a exaustão me impede de sequer levantar da cama. No entanto, o olhar doce e amoroso de minha filha me impulsiona a seguir em frente. Por ela, por seu bem-estar, não posso me render às minhas próprias dores. Ela é a luz que me guia, a força que me mantém de pé, a razão para lutar contra a escuridão que me assola. E é por ela que busco a cura, a libertação das amarras do passado, para que ela possa ter a mãe que eu nunca tive.

Por Aline Caira

Quando tá muito ruim é porque tá perto de melhorar."

Por Bezerra da Silva