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Isaías, IS, 8:14, Ele será um santuário para vocês, mas será pedra de tropeço e rocha de ofensa às duas casas de Israel; será laço e armadilha aos moradores de Jerusalém.
Por Isaías, Antigo TestamentoSalmos, SL, 135:21, Desde Sião bendito seja o Senhor, que habita em Jerusalém! Aleluia!
Por Salmos, Antigo TestamentoTRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.
Por Fagundes VarelaSei que se tratava de um exílio, de uma fuga, de um ato imposto pela força, mas não será toda migração forçada por algum desconforto, uma fuga em alguma medida, uma inadaptação irredimível à terra que se habitava?
Por Julián FuksTrabalho e trabalho para dar à luz um pai na minha solidão de depauperado arado que nada sulca porque como um comboio a que faltaram carris prévios ao meu arado são seus sulcos. Sou um filho circular. Como um signo zodiacal sou um filho circular, requer o que faço aquilo em que me movo que é aquilo em que me movo o que faço e como fazê-lo se não tenho já em que me mova? O que faço é o que me fez. Sou comboio e arado e um rodado sem discos. Sem paralelo em círculos rotunda tristeza propago de vertiginosa incubação de vórtices que ajudo a solidificar: outra vez a sólida solidão: é fácil a primeira imagem do comboio: insta à compaixão. E são pesados os bois circulares que o meu arado entontece, em vão o rodado sem discos. Quanto pesarão bois entontecidos? Como ser pai quando se é filho?
Por Daniel JonasGênesis, GN, 35:4, Então deram a Jacó todos os deuses estranhos que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas. E Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém.
Por Gênesis, Antigo Testamento