Veja outros textos inspiradores!
Jeremias, JR, 37:14, Jeremias respondeu: - É mentira! Não estou fugindo para o lado dos caldeus. Mas Jerias não lhe deu ouvidos; prendeu Jeremias e o levou às autoridades.
Por Jeremias, Antigo Testamentoe atravessei cidades e ruas sem nome, estradas, pontes que ligam uma treva a outra treva. e vi a vida como um barco à deriva - vi esse barco tentar regressar ao porto - mas os portos são olhos enormes que vigiam os oceanos - servem para levar-nos o corpo até um deles e morrer. o verdadeiro fugitivo não regressa, não sabe regressar. reduz os continentes a distâncias mentais.
Por Al BertoLigação direta,eu e você. contato a distancia preciso aprender, pela net jamais poderei te ver, amar, amar sem poder te querer.
Por altairticoO ego tem a tarefa de fazer com que a influência do mundo exterior contrabalance o id e suas tendências, além de tentar substituir o princípio do prazer, segundo o qual o id opera, pelo de realidade. No ego, a percepção assume um papel que no id pertence ao instinto.
Por Sigmund FreudOséias, OS, 9:5, ´O que vocês farão no dia da solenidade e no dia da festa do Senhor?
Por Oséias, Antigo TestamentoAlgo em nossa natureza clama por ser amado por outra pessoa. O isolamento é devastador para a psique humana. É por isso que o confinamento solitário é considerado a punição mais cruel.
Por Gary ChapmanA maior das gauchadas Que há na Sagrada Escritura, - Falo como criatura, Mas penso que não me engano! - É aquela, em que o Soberano, Na sua pressa divina, Resolveu fazer a china Da costela do Paisano! Bendita china gaúcha Que és a rainha do pampa, E tens na divina estampa Um quê de nobre e altivo. És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo! Fruto selvagem do pago, Potranquita redomona, Teus feitiços de madona Já manearam muito cuera, E o teu andar de pantera, Retovado de malícia Nesta querência patrícia Fez muito rancho tapera! Refletem teus olhos negros Velhas orgias pagãs E a beleza das manhãs, Quando no campo clareia... Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia! Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! E o trono da natureza É teu, chinoca lindaça... Pois tu refletes com graça As fidalgas Açorianas Charruas e Castelhanas Vertentes Vivas da Raça! A mimosa curvatura Desse teu corpo moreno É o pago em ponto pequeno Feito com arte divina, E o teu colo que se empina Quando suspiras com ânsia São dois cerros na distância Cobertos pela neblina. Quem não te adora o cabelo mais negro que o picumã? E essa boca de romã Nascida para o afago, Como que a pedir um trago Desse licor proibido Que o índio bebe escondido Desde a formação do Pago? Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!
Por Jayme Caetano Braun