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Quando a sociedade não tem um ideal impera o egoísmo.

Por Borges C.

Deuteronômio, DT, 3:11, (Ogue, rei de Basã, era o último sobrevivente dos refains. A cama dele era feita de ferro e ainda se encontra em Rabá dos filhos de Amom. Tinha quatro metros de comprimento e um metro e oitenta de largura, pela medida comum.)

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Dra. Linda Freeman: Pai? Charlie Harper: Morto. Dra. Linda Freeman: Mãe? Charlie Harper: Mataram ela. Dra. Linda Freeman: Gostaria de discutir isso? Charlie Harper: Acabamos de o fazer.

Por Charlie Harper

Mas aquela que sempre me causou maior desgosto, por mim nunca teve ódio, por mim nunca teve amor.

Por Heinrich Heine

NO MUNDO DA LUA Muda a lua, muda a estação Cada crepúsculo causa uma emoção... Sou de lua! Minguo, cresço... Me renovo, me encho!!!! Sou da mata, da magia.. Aquela que te mata de dor ou alegria. Que te contagia, que causa saudade. Sou a Deusa da noite, a mulher do dia. Que corre com os lobos com a força de um urso. Que não precisa de escudo. Que voa com as borboletas, Aquela que diz tudo. A menininha que dança, A selvagem que caça, A sedutora que não cansa, A senhora da graça. Sou aquela que veio ao mundo para amar... Para viver e mudar... Sou assim, um caleidoscópio LUNAR ...

Por Carolina Salcides

Duvidar de tudo ou crer em tudo. São duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas de refletir.

Por Henri Paincore

Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras.

Por Sigmund Freud

Eu sempre fui um cara legal que se importa com os alunos.

Por Jujutsu Kaisen

TRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.⁠

Por Fagundes Varela

⁠Sabe o que é melhor que bebida? Alguém que escute você.

Por A Desordem que Ficou (série)