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Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se o achar, segure-o!

Por Silvana Duboc

Prefiro viver a transparência que só o meu Deus enxerga, do que a aparência que as pessoas esperam de mim.

Por Janice F. Rocha

Jeremias, JR, 15:15, Ó Senhor, tu o sabes. Lembra-te de mim, ampara-me e vinga-me dos meus perseguidores. Não permitas que, por causa da tua longanimidade, eu seja arrebatado. Fica sabendo que por causa de ti tenho sofrido afrontas.

Por Jeremias, Antigo Testamento

⁠O passado é uma sentença de prisão perpétua, um instrumento afiado, voltado para o amanhã.

Por Claudia Rankine

Levítico, LV, 8:18, Depois, fez chegar o carneiro do holocausto; e Arão e seus filhos puseram as mãos sobre a cabeça do carneiro.

Por Levítico, Antigo Testamento

Eu sou um prisioneiro de guerra, numa guerra que eu não sabia que existia.

Por Ezio Auditore

⁠No final, somos nossas escolhas.

Por Brad Stone

A maior das gauchadas Que há na Sagrada Escritura, - Falo como criatura, Mas penso que não me engano! - É aquela, em que o Soberano, Na sua pressa divina, Resolveu fazer a china Da costela do Paisano! Bendita china gaúcha Que és a rainha do pampa, E tens na divina estampa Um quê de nobre e altivo. És perfume, és lenitivo Que nos encanta e suaviza E num minuto escraviza O índio mais primitivo! Fruto selvagem do pago, Potranquita redomona, Teus feitiços de madona Já manearam muito cuera, E o teu andar de pantera, Retovado de malícia Nesta querência patrícia Fez muito rancho tapera! Refletem teus olhos negros Velhas orgias pagãs E a beleza das manhãs, Quando no campo clareia... Até o sol que te bronzeia Beijando-te a estampa esguia Faz de ti, prenda bravia Uma pampeana sereia! Jamais alguém contestou O teu cetro de realeza! E o trono da natureza É teu, chinoca lindaça... Pois tu refletes com graça As fidalgas Açorianas Charruas e Castelhanas Vertentes Vivas da Raça! A mimosa curvatura Desse teu corpo moreno É o pago em ponto pequeno Feito com arte divina, E o teu colo que se empina Quando suspiras com ânsia São dois cerros na distância Cobertos pela neblina. Quem não te adora o cabelo mais negro que o picumã? E essa boca de romã Nascida para o afago, Como que a pedir um trago Desse licor proibido Que o índio bebe escondido Desde a formação do Pago? Pra mim tu pealaste os anjos Na armada do teu sorriso, Fugindo do Paraíso, Para esta campanha agreste, E nalgum ritual campestre, Por força do teu encanto, Transformaste o pago santo Num paraíso terrestre!

Por Jayme Caetano Braun

Eu te amo em todos os universos.

Por Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

O mundo pode ser um palco. Mas o elenco é um horror.

Por Oscar Wilde