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⁠( 009 ) Balanço Jenário de Fátima Tudo passa, enfim tudo é passageiro. Passa o tempo e as vezes nem percebemos. Que as rugas que nos cobrem, que nós temos São as provas de que o tempo anda ligeiro. Vai dezembro, vem ai novo janeiro, Repetindo a dança d tantos anos. E de novo o mesclar de tantos planos Nos confunde em o que fazer primeiro. Entretanto, quando olhamos lá pra trás. Ao saber que o que passou não volta mais, No produto entre o que foi choro ou riso. Muitas dúvidas ainda permanecem. Pois os nossos valores sempre crescem Quando na soma do amor há prejuízo

Por Jenário de Fátima

O certo pra você pode não fazer o mesmo efeito em mim . *-*

Por Detonautas

Ninguém cresce na comodidade. O crescimento vem com a adversidade.

Por Helena Tannure

Inúmeros artistas contemporâneos não são artistas e, olhando bem, nem são contemporâneos.

Por Millôr Fernandes

Lucas, LC, 1:62, Fizeram sinais, perguntando ao pai do menino que nome queria que lhe dessem.

Por Lucas, Novo Testamento

Uma língua avara de discursos é um tesouro entre os homens. O mais precioso é a medida das palavras que os compõem. Se fores maldizente em breve dirão mal de ti.

Por Hesíodo

I Samuel, 1SM, 17:47, Toda esta multidão saberá que o Senhor salva, não com espada, nem com lança. Porque do Senhor é a guerra, e ele entregará todos vocês nas nossas mãos.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Quem erra pouco, trabalha pouco. Quem erra muito, trabalha muito. Quem não erra! Que fique calado.

Por Provérbio popular

Porém, o que me importa é confessar-te uma vez mais Não sei amar na vida mais ninguém

Por Erasmo Carlos

Casamento Há mulheres que dizem: Meu marido, se quiser pescar, pesque, mas que limpe os peixes. Eu não. A qualquer hora da noite me levanto, ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar. É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha, de vez em quando os cotovelos se esbarram, ele fala coisas como “este foi difícil” “prateou no ar dando rabanadas” e faz o gesto com a mão. O silêncio de quando nos vimos a primeira vez atravessa a cozinha como um rio profundo. Por fim, os peixes na travessa, vamos dormir. Coisas prateadas espocam: somos noivo e noiva.

Por Adélia Prado