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BEM-VINDO JUNHO O que vem, assim virá, maio encerra seu voo, passou. Novo fado, novo sol surgirá, outro tempo, JUNHO chegou! © Luciano Spagnol poeta do cerrado cerrado goiano
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Na vida, parece que o mundo te maltrata. E você desconta sua raiva na pessoa errada.
Por Diva à Deriva (série)Aproveite o maximo cada momento pois são únicos. Curta a família e os amigos são eles que arrancam sorriso e até gargalhadas que dão um abraço sincero que criticam quando é preciso são joias raras que devemos guardar para sempre.
Por Berenice GomesChegamos a este universo sem que o tenhamos decidido, num tempo e num lugar que não foram de nossa escolha. Por alguns momentos, como vagalumes cósmicos, viajaremos com outros seres humanos, com nossos pais, com nossos irmãos e irmãs, com nossos filhos, com amigos e inimigos.
Por David ChristianMeus anos de terapia me ensinaram três coisas: primeiro, tenho uma tendência a tentar controlar situações que não estão sob meu controle; segundo, eu faria qualquer coisa pelos meus amigos, qualquer coisa mesmo; terceiro, minha relação com a realidade é ligeiramente diferente da mantida pelo restante das pessoas.
Por Eric NovelloApocalipse, AP, 14:19, Então o anjo passou a sua foice na terra, ajuntou os cachos da videira da terra e os lançou no grande lagar da ira de Deus.
Por Apocalipse, Novo TestamentoO verdadeiro amor somente floresce nos corações que têm Deus como sua Eterna Fonte, pois somente Nele encontramos a Essência Pura e Infinita do Amor.
Por Dilson KutscherVisão turva, confusão, chuva Gata, me ajuda a amenizar a culpa Eles querem te botar um chip Por onde você ouve a música Então proteja bem a nuca
Por FroidUm homem no chão da minha sala alonga sua raiz galo que estufa o pescoço cana-de-açúcar e bronze poças, chuva, telha-vã rio que escorre na velha taça empoeirada O homem no chão da minha sala cidades de ouro castelos de mel velhas metáforas sinos línguas gelatina O céu no chão da minha sala Esse homem no chão da minha sala provoca o veneno da cobra pulgas atrás das orelhas mexeu nos meus bibelôs consertou aquela estante revirou a roupa suja desenterrou flores secas fraldas chifres quatro cascas de ferida um disco todo arranhado e um punhado de pelos Aquele homem no chão daquela sala me fez cruzar o ribeirão dos mudos estufa de tinhorões gigantes no piso do meu mármore ele acordou a doida as quatro damas do baralho uma ninfeta de barro e a cadela do vizinho Daquele homem no chão da minha sala há meses não tenho notícia desde que virei a cara saltei janela fugi sem freio ladeira abaixo perdi o bonde estraguei tudo
Por Hilda Machado