Veja outros textos inspiradores!

Gênesis, GN, 31:37, Havendo apalpado todos os meus utensílios, quais foram os utensílios de sua casa que o senhor encontrou? Coloque-os aqui diante dos meus parentes e dos seus parentes, para que julguem entre nós dois.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Números, NM, 22:38, Balaão respondeu a Balaque: - Eis que estou aqui diante de você. Mas será que poderei, agora, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.

Por Números, Antigo Testamento

Salmos, SL, 92:12, O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠O oceano! Bem na frente dela! Tão perto esse tempo todo. Ele se retrai e se lança, esguicha e ruge; move-se e dilata e cai sobre si mesmo.

Por Anthony Doerr

As pessoas vão à igreja pelos mesmos motivos que vão à taverna: para estupefazerem-se, para esquecerem-se de sua miséria, para imaginarem-se, de algum modo, livres e felizes. Não há nada tão estúpido como a inteligência orgulhosa de si mesma.

Por Bakunin

⁠É legal ver esse carinho que as pessoas têm, porque a gente não tem muito noção. Só que, quando a pessoa te reconhece, você consegue ver pelo menos uma fagulha de quanto a pessoa gosta de você mesmo não tendo contato físico ou conhecendo você próximo.

Por Afonso Padilha

Jeremias, JR, 47:3, ao ruído dos cascos dos seus cavalos, ao barulho de seus carros de guerra, ao estrondo das suas rodas. Os pais não voltarão para socorrer os filhos, porque as mãos deles enfraqueceram,

Por Jeremias, Antigo Testamento

Ruivas são bonitas, loiras são lindas e as morenas são perfeitas. Não são só as loiras de olhos azuis que são consideradas o estereotipo da mulher perfeita.

Por Justin Bieber

Olhos verdes Eles verdes são: E têm por usança, na cor esperança, E nas obras não. Cam. Rim. São uns olhos verdes, verdes, Uns olhos de verde-mar, Quando o tempo vai bonança; Uns olhos cor de esperança, Uns olhos por que morri; Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como duas esmeraldas, Iguais na forma e na cor, Têm luz mais branda e mais forte, Diz uma — vida, outra — morte; Uma — loucura, outra — amor. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! São verdes da cor do prado, Exprimem qualquer paixão, Tão facilmente se inflamam, Tão meigamente derramam Fogo e luz do coração Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi! São uns olhos verdes, verdes, Que podem também brilhar; Não são de um verde embaçado, Mas verdes da cor do prado, Mas verdes da cor do mar. Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Como se lê num espelho, Pude ler nos olhos seus! Os olhos mostram a alma, Que as ondas postas em calma Também refletem os céus; Mas ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós, ó meus amigos, Se vos perguntam por mim, Que eu vivo só da lembrança De uns olhos cor de esperança, De uns olhos verdes que vi! Que ai de mim! Nem já sei qual fiquei sendo Depois que os vi! Dizei vós: Triste do bardo! Deixou-se de amor finar! Viu uns olhos verdes, verdes, uns olhos da cor do mar: Eram verdes sem esp’rança, Davam amor sem amar! Dizei-o vós, meus amigos, Que ai de mim! Não pertenço mais à vida Depois que os vi!

Por Gonçalves Dias

Há coisas que nunca se poderão explicar por palavras.

Por José Saramago