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Como difícil é salvar a casca da reputação das pedras da ignorância.

Por Francesco Petrarca

Gálatas, GL, 4:15, O que aconteceu com a felicidade que vocês tinham? Porque posso dar testemunho de que, se fosse possível, vocês teriam arrancado os próprios olhos para me dar!

Por Gálatas, Novo Testamento

Todo beijo tem seu preço.

Por A Escola do Bem e do Mal (filme)

Você não sabe o que significa para uma mulher viver de espartilho o tempo todo.

Por Gran Hotel

II Crônicas, 2CR, 13:14, Quando os homens de Judá olharam, viram que a batalha estava por diante e por detrás. Então clamaram ao Senhor, e os sacerdotes tocaram as trombetas.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Lucas, LC, 23:29, <J>Porque virão dias em que se dirá: ´Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram.`</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Josué, JS, 8:33, Todo o Israel, tanto estrangeiros como naturais, com os seus anciãos, os seus chefes e os seus juízes estavam de um e de outro lado da arca, diante dos sacerdotes levitas que levavam a arca da aliança do Senhor. Metade deles se postou em frente do monte Gerizim, e a outra metade, em frente do monte Ebal, como Moisés, servo do Senhor, havia ordenado anteriormente, para que o povo de Israel fosse abençoado.

Por Josué, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 1:20, Joctã gerou Almodá, Salefe, Hazar-Mavé, Jerá,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠Todos esses “para sempre” Não são claros, eles pregam truques Se aproximam sem se mostrar Como um traidor disfarçado Me dói ou me cansa, dependendo do dia

Por Carla Bruni

No momento em que os partidos nacionalistas tentam organizar a classe operária embrionária das cidades, observam-se no campo explosões absolutamente inexplicáveis. É o caso, por exemplo, da famosa insurreição de 1947 em Madagascar. Os serviços colonialistas são formais: é uma revolta camponesa. Na verdade, hoje sabemos que as coisas, como sempre, foram muito mais complicadas. Ao longo da Segunda Guerra Mundial, as grandes companhias coloniais estenderam o seu poder e se apoderaram da totalidade das terras ainda livres. Na mesma época, falou-se na implantação eventual, na ilha, de refugiados judeus, cabilas, antilhanos. Correu igualmente o boato sobre a iminente invasão da ilha por parte dos brancos da África do Sul, com a cumplicidade dos colonos. Assim, após a guerra, os candidatos da lista nacionalista triunfaram nas eleições. Imediatamente depois, organizou-se a repressão contra as células do partido mdrm (Movimento Democrático da Renovação Malgaxe). Para atingir seus fins, o colonialismo serviu-se dos meios mais clássicos: prisões em massa, propaganda racista intertribal e criação de um partido com os elementos desorganizados do lumpemproletariado. Esse partido, dito dos Deserdados de Madagascar (Padesm), daria à autoridade colonial, por suas provocações decisivas, a garantia para a manutenção da ordem. Porém, essa operação banal para aniquilar um partido, preparada de antemão, toma aqui proporções gigantescas. As massas rurais, na defensiva há três ou quatro anos, sentem-se repentinamente em perigo de morte e decidem se opor ferozmente às forças colonialistas. Armado de azagaias e amiúde de pedras e bastões, o povo se lança na insurreição generalizada, em prol da libertação nacional. Sabemos o que vem em seguida. Essas insurreições armadas representam apenas um dos meios utilizados pelas massas rurais para interferir na luta nacional. Algumas vezes os camponeses assumem o lugar da agitação urbana, quando o partido nacional nas cidades se torna alvo da repressão policial. As notícias chegam ao campo ampliadas, desmedidamente ampliadas: líderes detidos, ataques em série com metralhadoras; o sangue negro inunda as cidades, os pequenos colonos banham-se no sangue árabe. Então o ódio acumulado, o ódio exacerbado, acaba por explodir.

Por Frantz Fanon