Veja outros textos inspiradores!

Um ser inteligente traz consigo os meios necessários para superar-se a si mesmo.

Por Henri Bergson

Josué, JS, 8:13, Assim foi disposto o povo: todo o acampamento ao norte da cidade e a emboscada a oeste dela. E naquela noite Josué foi até o meio do vale.

Por Josué, Antigo Testamento

Entre os homens, na maioria dos casos, a inatividade significa torpor, e a atividade, loucura.

Por Epicuro

Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!

Por Isadora Duncan

Marcos, MC, 14:61, Jesus, porém, guardou silêncio e nada respondeu. O sumo sacerdote tornou a interrogá-lo: - Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito?

Por Marcos, Novo Testamento

Temos opniões sem conhecimento, em um mundo onde o conhecimento é excencial, ou talvez nao seja mais ?

Por Diego Vinicius

Começo minhas pinturas sob o efeito de um choque que me faz escapar da realidade.

Por Joan Miró

O PÁSSARO CATIVO Armas, num galho de árvore, o alçapão. E, em breve, uma avezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão. Dás-lhe então, por esplêndida morada, a gaiola dourada. Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo. Por que é que, tendo tudo, há de ficar o passarinho mudo, arrepiado e triste, sem cantar? É que, criança, os pássaros não falam. Só gorgeando a sua dor exalam, sem que os homens os possam entender. Se os pássaros falassem, talvez os teus ouvidos escutassem este cativo pássaro dizer: "Não quero o teu alpiste! Gosto mais do alimento que procuro na mata livre em que a voar me viste. Tenho água fresca num recanto escuro. Da selva em que nasci; da mata entre os verdores, tenho frutos e flores, sem precisar de ti! Não quero a tua esplêndida gaiola! Pois nenhuma riqueza me consola de haver perdido aquilo que perdi... Prefiro o ninho humilde, construído de folhas secas, plácido, e escondido. Entre os galhos das árvores amigas... Solta-me ao vento e ao sol! Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol! Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas! Por que me prendes? Solta-me, covarde! Deus me deu por gaiola a imensidade! Não me roubes a minha liberdade... QUERO VOAR! VOAR!..." Estas coisas o pássaro diria, se pudesse falar. E a tua alma, criança, tremeria, vendo tanta aflição. E a tua mão, tremendo, lhe abriria a porta da prisão...

Por Olavo Bilac

Se um dia ao anoitecer eu aí chegar Não me culpes, meu amor! Foi a saudade que não pude suportar.

Por Ducarmo de Assis

As obras de André Luís são um bom exemplo que os sofrimentos e as alegrias continuam no pós-morte mediante o tipo de vida que elegemos na roupagem física; o autor espiritual que citamos deixa esse conceito claro no livro Libertação, quando relata a os pensamentos dos seus instrutores espirituais, abordando que "é escasso o número de pessoas que se preocuparam com a ética e a busca pelas verdades do espírito, e grande o número de seres que cultivaram paixões e emoções destrambelhadas; o resultado é que milhões dessas pessoas, no pós-morte, permanecem como "fantasmas", jungidos à crosta terrestre, dividindo espaço vibŕatil com os encarnados

Por André Luís