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Neste momento, penso em você e então quisera me transformar em vento. E se assim fosse, chegaria agora como brisa fresca e tocaria leve sua janela. E se você me escuta e me permite entrar, em você vou me enroscar quase sem o tocar. Vou roçar nos seus cabelos, soprar mansinho no ouvido, beijar sua boca macia, o embalar no meu carinho Mas eu não sou vento... Agora sou só pensamento e estou pensando em você. E se abrir sua janela, eu estou chegando aí, agora... neste momento, em pensamento... no vento.

Por Roberto Shinyashiki

Jeremias, JR, 39:8, Os caldeus queimaram o palácio do rei e as casas do povo e derrubaram as muralhas de Jerusalém.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Às vezes coisas belas entram em nossa vida de repente. Nem sempre podemos compreendê-las, mas temos de confiar nelas. Eu sei que você quer questionar tudo, mas também compensa apenas ter um pouco de fé.

Por Lauren Kate

Você não escolhe suas paixões, suas paixões escolhem você.

Por Jeff Bezos

Ensinar não é uma atividade mecânica, esculpir um ser humano é arte.

Por Mauricio C. Cantelli

Existem os dias em que a solidão é um vinho forte que nos embriaga com liberdade, outros em que é um tônico amargo, e ainda outros em que é um veneno que faz você bater com a cabeça nas paredes.

Por Colette

Hebreus, HB, 13:11, Pois aqueles animais cujo sangue é trazido pelo sumo sacerdote para dentro do Santo dos Santos, como sacrifício pelo pecado, têm o corpo queimado fora do acampamento.

Por Hebreus, Novo Testamento

Apocalipse, AP, 8:11, O nome da estrela é Absinto. E a terça parte das águas se transformou em absinto, e muitas pessoas morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargas. A quarta trombeta

Por Apocalipse, Novo Testamento

I Coríntios, 1CO, 15:5, E apareceu a Cefas e, depois, aos doze.

Por I Coríntios, Novo Testamento

A UM AUSENTE Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar. Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora. Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem provocação até o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora. Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas. Que poderias ter feito de mais grave do que o ato sem continuação, o ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar porque depois dele não há nada? Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas conhecidas e banais que eram sempre certeza e segurança. Sim, tenho saudades. Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o fizeste, porque te foste.

Por Carlos Drummond de Andrade