Veja outros textos inspiradores!

Motivação, parceria e trabalho em equipe.

Por Bernardinho

Você precisa ter um lugar livre de perguntas e dúvidas. Caso contrário, é realmente triste.

Por Ayelet Gundar-Goshen

Eu não sou o que eu deveria ser - ah, quão imperfeito e deficiente! Eu não sou o que eu desejo ser - eu abomino o que é mau, e gostaria de me unir àquilo que é bom. Eu não sou o que eu espero ser - logo, logo eu lançarei fora a mortalidade, e com a mortalidade todo pecado e imperfeição! Embora eu não seja o que eu deveria ser, o que eu desejo ser, e o que eu espero ser - ainda posso verdadeiramente dizer que eu não sou o que eu fui uma vez - um escravo do pecado e de Satanás! Posso me unir de coração com o apóstolo e reconhecer: "Pela graça de Deus, eu sou o que eu sou!"

Por John Newton

Todos os caçadores morrem pela mesma causa. Mas todo caçador se arrisca a morrer. Porque todo caçador sabe o que é viver.

Por A Fera do Mar (filme)

Lucas, LC, 13:7, <J>Então disse ao homem que cuidava da vinha: ´Já faz três anos que venho procurar fruto nesta figueira e não encontro nada. Portanto, corte-a! Por que ela ainda está ocupando inutilmente a terra?`</J>

Por Lucas, Novo Testamento

II Crônicas, 2CR, 17:13, Empreendeu muitas obras nas cidades de Judá e tinha, em Jerusalém, gente de guerra e homens valentes.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males. É provavelmente a coisa mais importante em uma pessoa.

Por Audrey Hepburn

Êxodo, EX, 18:27, Então Moisés se despediu de seu sogro, e este voltou para a sua terra.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Josué, JS, 21:8, Os filhos de Israel deram aos levitas estas cidades e os seus arredores, por sorteio, como o Senhor havia ordenado por meio de Moisés.

Por Josué, Antigo Testamento

O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.

Por Junqueira Freire