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Sol O astro Rei brilha no firmamento Dádiva de Deus pra nossa gente Luz que dá vida a todo momento Gratidão é o q' todo mundo sente.
Por Antonio SouzaA solidão fez com que eu me convencesse de que era tudo um sonho e, justamente por isso, eu não queria acordar.
Por Elia BarcelóI João, 1JO, 3:24, Quem guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus permanece nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.
Por I João, Novo TestamentoEu não conheço ninguém que precise de um crítico para entender o que é a arte.
Por Jean-Michel BasquiatEu sou a garota que está perdida no espaço, a menina que está desaparecendo sempre, para sempre desaparecendo e se afastando cada vez mais longe para o fundo.
Por Elizabeth WurtzelEu decidi ser sua crise, roubar sua certeza Invadir seu pensamento, prender o seu ar A sua voz me mata, não posso resistir Sei que sente falta quando eu não tô aqui Então me ame antes do mundo, ame antes de tudo Seja quem pode não ser daqui a um segundo Tudo que nos restou foi a nossa loucura Eu quero tudo que você quiser dar
Por KaféCom o desenrolar da história da humanidade, sempre tivemos ferramentas que foram como que extensões de nós mesmos. Podemos dizer que a tecnologia é uma dessas coisas que nos definem enquanto espécie.
Por Franklin FoerCanção do Tamoio I Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate, Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos Só pode exaltar. II Um dia vivemos! E o homem que é forte Não teme da morte; Só teme fugir; No arco que entesa Tem certa uma presa, Quer seja tapuia, Condor ou tapir. III O forte, o cobarde Seus feitos inveja De o ver na peleja Garboso e feroz; E os tímidos velhos Nos graves concelhos, Curvadas as frontes, Escutam-lhe a voz! IV Domina, se vive; Se morre, descansa Dos seus na lembrança, Na voz do porvir. Não cures da vida! Sê bravo, sê forte! Não fujas da morte, Que a morte há de vir! V E pois que és meu filho, Meus brios reveste; Tamoio nasceste, Valente serás. Sê duro guerreiro, Robusto, fragueiro, Brasão dos tamoios Na guerra e na paz. VI Teu grito de guerra Retumbe aos ouvidos D'imigos transidos Por vil comoção; E tremam d'ouvi-lo Pior que o sibilo Das setas ligeiras, Pior que o trovão. VII E a mãe nessas tabas, Querendo calados Os filhos criados Na lei do terror; Teu nome lhes diga, Que a gente inimiga Talvez não escute Sem pranto, sem dor! VIII Porém se a fortuna, Traindo teus passos, Te arroja nos laços Do inimigo falaz! Na última hora Teus feitos memora, Tranqüilo nos gestos, Impávido, audaz. IX E cai como o tronco Do raio tocado, Partido, rojado Por larga extensão; Assim morre o forte! No passo da morte Triunfa, conquista Mais alto brasão. X As armas ensaia, Penetra na vida: Pesada ou querida, Viver é lutar. Se o duro combate Os fracos abate, Aos fortes, aos bravos, Só pode exaltar.
Por Gonçalves Dias