Veja outros textos inspiradores!

Se eu fosse mãe, ensinaria a competir de forma justa, em vez de ficar falando como o mundo é injusto.

Por Kill Boksoon (filme)

Não tenho vergonha de dizer que estou triste, Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas: Estou triste por que vocês são burros e feios E não morrem nunca...

Por Mario Quintana

Romance Sonâmbulo (A Gloria Giner e a Fernando de los Rios) Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar e o cavalo na montanha. Com a sombra pela cintura ela sonha na varanda, verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Verde que te quero verde. Por sob a lua gitana, as coisas estão mirando-a e ela não pode mirá-las. Verde que te quero verde. Grandes estrelas de escarcha nascem com o peixe de sombra que rasga o caminho da alva. A figueira raspa o vento a lixá-lo com as ramas, e o monte, gato selvagem, eriça as piteiras ásperas. Mas quem virá? E por onde?... Ela fica na varanda, verde carne, tranças verdes, ela sonha na água amarga. — Compadre, dou meu cavalo em troca de sua casa, o arreio por seu espelho, a faca por sua manta. Compadre, venho sangrando desde as passagens de Cabra. — Se pudesse, meu mocinho, esse negócio eu fechava. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Compadre, quero morrer com decência, em minha cama. De ferro, se for possível, e com lençóis de cambraia. Não vês que enorme ferida vai de meu peito à garganta? — Trezentas rosas morenas traz tua camisa branca. Ressuma teu sangue e cheira em redor de tua faixa. No entanto eu já não sou eu, nem a casa é minha casa. — Que eu possa subir ao menos até às altas varandas. Que eu possa subir! que o possa até às verdes varandas. As balaustradas da lua por onde retumba a água. Já sobem os dois compadres até às altas varandas. Deixando um rastro de sangue. Deixando um rastro de lágrimas. Tremiam pelos telhados pequenos faróis de lata. Mil pandeiros de cristal feriam a madrugada. Verde que te quero verde, verde vento, verdes ramas. Os dois compadres subiram. O vasto vento deixava na boca um gosto esquisito de menta, fel e alfavaca. — Que é dela, compadre, dize-me que é de tua filha amarga? — Quantas vezes te esperou! Quantas vezes te esperara, rosto fresco, negras tranças, aqui na verde varanda! Sobre a face da cisterna balançava-se a gitana. Verde carne, tranças verdes, com olhos de fria prata. Ponta gelada de lua sustenta-a por cima da água. A noite se fez tão íntima como uma pequena praça. Lá fora, à porta, golpeando, guardas-civis na cachaça. Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas. O barco vai sobre o mar. E o cavalo na montanha.

Por Federico García Lorca

Você deve ser uma feiticeira porque você acabou De fazer o impossível Ganhou minha confiança...

Por Eminem

A verdadeira moral não se preocupa com a moral: quer isto dizer que a moral do juízo não se importa nada com a moral do espírito - que não tem regras.

Por Blaise Pascal

Matar padre dá um azar danado. Sobretudo para o padre. (Em: O Auto da Compadecida)

Por Ariano Suassuna

Jeremias, JR, 48:11, ´Moabe esteve despreocupado desde a sua mocidade, como vinho descansando sobre a borra. Não foi mudado de vasilha em vasilha, nem foi para o cativeiro. Por isso, conservou o seu sabor, e o seu aroma não se alterou.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

Está prestes a ser desencadeado um ciclo de loucura. Nós não conseguimos encontrar a resposta na superfície, ela sempre está escondida.

Por B: The Beginning

⁠Então vá, traçar teu rumo pra se reencontrar Por algum E no abraço de outro alguém Me esquecerá Oh Sol vem, aquecer minha alma E fazer com que eu me queira bem melhor Do que ontem

Por Juyè

Ser livre não é não ser desapegado, solto. É poder atar e desatar os nós quando se bem entender

Por Carol Manciola