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Marcos, MC, 15:28, [E cumpriu-se a Escritura que diz: ´Com malfeitores foi contado.`]
Por Marcos, Novo TestamentoMe apego na lembrança De um dia a gente se encontrar Pra dizer o que faltou coragem Pra falar de toda as verdades Pra saber se é muito tarde Pra recomeçar Deixa eu te contar o que eu ando fazendo Tô planejando te encontrar no tempo Algo muito longe pra te ver sorrir Mas ao mesmo tempo bem perto pra te ver partir Mesmo na distancia nada vai impedir O que eu sinto por você não me deixa dormir Nem mesmo sonhando acordado Eu paro de sentir Você aqui Fico entorpecido só de imaginar No momento que eu conseguir falar Tudo que guardei hoje eu quero jogar Pro alto pra recomeçar. Mesmo na distancia nada vai impedir Eu paro de sentir Você aqui...
Por LetíciaRSilvaAcho muito difícil liderar sem que as pessoas estejam realmente participando das decisões. Você não conseguirá atrair e conservar ótimas pessoas se eles não sentirem que fazem parte da autoria da estratégia e das questões cruciais.
Por Howard SchultzO amor é como uma chama que brilha mais forte à medida que aprendemos a abrir nosso coração.
Por Walcyr CarrascoEPÍLOGOS Que falta nesta cidade?... Verdade. Que mais por sua desonra?... Honra. Falta mais que se lhe ponha?... Vergonha. O demo a viver se exponha, Por mais que a fama a exalta, Numa cidade onde falta Verdade, honra, vergonha. Quem a pôs neste rocrócio?... Negócio. Quem causa tal perdição?... Ambição. E no meio desta loucura?... Usura. Notável desaventura De um povo néscio e sandeu, Que não sabe que perdeu Negócio, ambição, usura. Quais são seus doces objetos?... Pretos. Tem outros bens mais maciços?... Mestiços. Quais destes lhe são mais gratos?... Mulatos. Dou ao Demo os insensatos, Dou ao Demo o povo asnal, Que estima por cabedal, Pretos, mestiços, mulatos. Quem faz os círios mesquinhos?... Meirinhos. Quem faz as farinhas tardas?... Guardas. Quem as tem nos aposentos?... Sargentos. Os círios lá vem aos centos, E a terra fica esfaimando, Porque os vão atravessando Meirinhos, guardas, sargentos. E que justiça a resguarda?... Bastarda. É grátis distribuída?... Vendida. Que tem, que a todos assusta?... Injusta. Valha-nos Deus, o que custa O que El-Rei nos dá de graça. Que anda a Justiça na praça Bastarda, vendida, injusta. Que vai pela clerezia?... Simonia. E pelos membros da Igreja?... Inveja. Cuidei que mais se lhe punha?... Unha Sazonada caramunha, Enfim, que na Santa Sé O que mais se pratica é Simonia, inveja e unha. E nos frades há manqueiras?... Freiras. Em que ocupam os serões?... Sermões. Não se ocupam em disputas?... Putas. Com palavras dissolutas Me concluo na verdade, Que as lidas todas de um frade São freiras, sermões e putas. O açúcar já acabou?... Baixou. E o dinheiro se extinguiu?... Subiu. Logo já convalesceu?... Morreu. À Bahia aconteceu O que a um doente acontece: Cai na cama, e o mal cresce, Baixou, subiu, morreu. A Câmara não acode?... Não pode. Pois não tem todo o poder?... Não quer. É que o Governo a convence?... Não vence. Quem haverá que tal pense, Que uma câmara tão nobre, Por ver-se mísera e pobre, Não pode, não quer, não vence. (Juízo anatômico dos achaques que padecia o corpo da República em todos os membros, e inteira definição do que em todos os tempos é a Bahia.)
Por Gregório de MatosSem amor por si mesmo, o amor pelos outros também não é possível. O ódio por si mesmo é exatamente idêntico ao flagrante egoísmo e, no final, conduz ao mesmo isolamento cruel e ao mesmo desespero.
Por Hermann Hesse