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Que canto há de cantar o indefinível? O toque sem tocar, o olhar sem ver A alma, amor, entrelaçada dos indescritíveis. Como te amar, sem nunca merecer? Amar o perecível, o nada, o pó, é sempre despedir-se.
Por Hilda HilstI Crônicas, 1CR, 27:31, Jaziz, o hagareno, cuidava das ovelhas; todos estes eram administradores dos bens do rei Davi.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoGálatas, GL, 2:1, Catorze anos depois, fui outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também Tito.
Por Gálatas, Novo TestamentoCampainhas de pátio tocam de novas Nuvens chuvosas vêm para brincar de novo Ninguém lhe disse que ela não está respirando? Olá, eu sou a sua mente lhe dando alguém para dizer. Olá Se eu sorrir e não acreditar, Logo eu sei que irei acordar deste sonho Não tente me consertar, eu não estou quebrada. Olá, Eu sou a mentira vivendo para você poder se esconder Não chore, De repente eu sei que não estou dormindo. Olá, eu ainda estou aqui. Tudo o que restou de ontem.
Por Amy LeeUm ditado alemão diz: "Wenn du etwas liebst, lass es los. Wenn es wieder kommt, ist es dein. Wenn es nicht wieder kommt, Ist es nie dein gewesen." (Se amas algo, solta-o: Se voltar, é teu; Se não voltar, Nunca te pertenceu.)
Por DesconhecidoSerei incorrigível, romântico ou velhaco, não digo o que sinto, não sinto o que digo ou mesmo digo o que não sinto; sou, enfim, mau e perigoso, e vocês inocentes e anjinhos. Todavia, eu a ninguém escondo os sentimentos que ainda há pouco mostrei: em toda parte confesso que sou volúvel, inconstante e incapaz de amar três dias um mesmo objeto; verdade seja que nada mais fácil do que me ouvirem um “eu vos amo", mas também a nenhuma pedi ainda que me desse fé; pelo contrário, digo a todas como sou; e se, apesar de tal, sua vaidade é tanta que se suponham inesquecíveis, a culpa, certo que não é minha. Eis o que faço. E vós, meus caros amigos, que blasonais de firmeza de rochedo, que jurais amor eterno cem vezes por ano a cem diversas belezas… sois tanto ou mais inconstantes que eu! Mas entre nós há sempre uma diferença; vós enganais e eu desengano; digo a verdade e vós, meus senhores, mentis…
Por Joaquim Manuel de Macedo