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Josué, JS, 5:6, Porque os filhos de Israel andaram quarenta anos pelo deserto, até desaparecer toda a nação, a saber, os homens de guerra que saíram do Egito, que não obedeceram à voz do Senhor, aos quais o Senhor tinha jurado que não lhes deixaria ver a terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a seus pais, terra que mana leite e mel.
Por Josué, Antigo TestamentoNada Fica Nada fica de nada. Nada somos. Um pouco ao sol e ao ar nos atrasamos Da irrespirável treva que nos pese Da humilde terra imposta, Cadáveres adiados que procriam. Leis feitas, estátuas vistas, odes findas — Tudo tem cova sua. Se nós, carnes A que um íntimo sol dá sangue, temos Poente, por que não elas? Somos contos contando contos, nada.
Por Ricardo ReisMesmo que sejamos parentes, mesmo que sejamos irmãos, meus sentimentos não mudarão.
Por Da Colina KokurikoO Teatro Mágico Entrada Para Raros Fernando Anitelli Composição: Fernando Anitelli No inicio era o verbo... e o verbo era deus... E o verbo estava com deus, E já não eram sós , ambos conjugavam-se entre si, Discutiam quem seria a primeira e a segunda pessoa, Quem era verbo... quem era deus, A ação e a interpretação... quem era a parte e quem era o todo. Deus (o pai, o filho e o espírito santo), Era também o verbo (regular e irregular) E todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito E quem seria o predicado, Quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria A forma "mais que perfeita"! Deus era o verbo e o verbo era deus, Conjugavam-se de maneira irregular... explicitando suas diferenças, Reconhecendo os fragmentos e os complementos Buscavam a medida certa E assim... reconheceram-se uno... Eu deus, tu deus, ele deus, nós deus, vós deus... eles deus Somos dotados deste curioso poder, Mudamos nosso significado, nosso signo, Nosso comportamento e nossos conceitos (que por sua vez chegam ate nós depois de se modificarem Muitas e outras vezes!) Temos uma ferramenta e tanto nas mãos, e nos pés... Temos acorrentados nossos motivos de sobra pra relaxarmos E acomodarmos com a vida que levamos agora... O teatro mágico é o teatro do nosso interior... A história que contamos todos os dias E ainda não nos demos conta... As escolhas que fazemos em busca dos melhores atos, Dos melhores sabores, Das melhores melodias e dos melhores personagens Que nos compõem, As peças que encenamos e aquelas que nos encerram... ... nosso roteiro imaginário é a maneira improvisada De viver a vida... De sobreviver o dia, de ressaltar os tombos e relançar as idéias, O teatro nosso de cada dia...
Por Fernando AnitelliUm guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo: — Não passas de um bruto... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia! Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou: — Eu poderia te matar por tua impertinência. — Isso — respondeu calmamente o monge — é o inferno. Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação. — E isso — disse o monge — é o céu. A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates — “Conhece-te a ti mesmo” — é a pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.
Por Daniel GolemanDaniel, DN, 10:3, Não comi nada que fosse saboroso, não provei carne nem vinho, e não me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas.
Por Daniel, Antigo TestamentoAtos, AT, 6:9, Então alguns dos que eram da sinagoga chamada dos Libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da província da Ásia se levantaram e discutiam com Estêvão.
Por Atos, Novo Testamento