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I Reis, 1RS, 7:10, Os alicerces eram de pedras valiosas, pedras grandes; pedras de quatro metros e meio e pedras de três metros e meio;
Por I Reis, Antigo TestamentoLevítico, LV, 25:6, Mas vocês poderão comer os frutos da terra em descanso - vocês, os seus escravos, as suas escravas, os seus trabalhadores diaristas e os estrangeiros que moram com vocês.
Por Levítico, Antigo TestamentoPoderíamos poupar toda a nossa ira contra a vaidade da beleza ou a vaidade da janota. Não estão as rugas sempre esperando para castigar um, e a idade, sem honra, para castigar e degradar o outro?
Por Frances BurneyJuízes, JZ, 6:32, Naquele dia Gideão passou a ser chamado de Jerubaal, porque foi dito: ´Que Baal defenda a sua causa contra ele, pois foi ele quem derrubou o seu altar.`
Por Juízes, Antigo TestamentoJeremias, JR, 19:11, e diga-lhes: Assim diz o Senhor dos Exércitos: ´Deste modo quebrarei este povo e esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais ser restaurado. Os mortos serão sepultados em Tofete, porque não haverá outro lugar para os sepultar.
Por Jeremias, Antigo TestamentoSó quero um dia talvez achar o caminho da felicidade, poder encontrar o meu eu, seguir o caminho da alegria, do amor, da ternura sem olhar para trás. Lailison Douglas.
Por Lailison DouglasVamos jantar um livro Saborear palavras Degustar melodia Sílaba a sílaba Canto e poesia Erguer a amizade Em taças de alegria Em pratos de harmonia Unir a nossa voz Não estamos sós Unir a nossa Alma Acendemos a chama É festa é alegria Esta vela que ilumina Este fogo que dá vida Quando um homem Acredita na força Da poesia! — Vamos jantar um livro!
Por José Paulo SantosSer sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.
Por Ana Jacomo