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II Crônicas, 2CR, 3:13, Eles estavam em pé, com o rosto voltado para o Santo Lugar.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoJá lhe disseram alguma vez que você é uma pessoa muito especial? O seu carinho é tão contagiante que se eu estiver me sentindo triste suas mensagens sempre conseguem me alegrar. Já lhe disseram alguma vez o quanto sua presença é importante para muitos e principalmente para mim? Só o fato de você existir já é motivo de alegria. Você é uma pessoa muito especial e sua amizade é muito importante. Adoro você!
Por Olimpya FerrazSalmos, SL, 92:11, Os meus olhos veem a derrota dos inimigos que me espreitam, e os meus ouvidos escutam os gritos dos malfeitores que contra mim se levantam.
Por Salmos, Antigo TestamentoA verdadeira grandeza é começar onde você está, usar o que você tem, e fazer o que você pode.
Por Arthur AsheToda grande poesia é feita na madrugada. Não me refiro à do dia, mas da alma.
Por Carlos Newton JúniorVocê me apagou da memória porque achava que estava me impedindo de ter uma vida plena e feliz. Mas cometeu um erro.
Por Como se Fosse a Primeira VezÊxodo, EX, 5:6, Naquele mesmo dia Faraó deu uma ordem aos feitores do povo e aos seus capatazes, dizendo:
Por Êxodo, Antigo TestamentoRomanos, RM, 2:5, Mas, por ser teimoso e ter um coração impenitente, você acumula contra si mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus,
Por Romanos, Novo TestamentoO conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante: “Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.
Por John Stott