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I Reis, 1RS, 18:7, Quando Obadias já estava a caminho, eis que Elias se encontrou com ele. Obadias, reconhecendo-o, prostrou-se com o rosto em terra e disse: - É você mesmo? É o meu senhor Elias?
Por I Reis, Antigo TestamentoFilipenses, FP, 1:13, de maneira que toda a guarda pretoriana e todos os demais sabem que estou preso por causa de Cristo.
Por Filipenses, Novo TestamentoSalmos, SL, 59:5, Tu, Senhor, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e castiga todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
Por Salmos, Antigo TestamentoContra os ataques é possível nos defendermos: contra o elogio não se pode fazer nada.
Por Sigmund FreudNão me agrada aconselhar, porque, em todos os casos, trata-se de uma responsabilidade desnecessária.
Por Benjamin DisraeliHomem escolhido por Deus Alguém que ora com fé Legado não lhe será negado Bons exemplos à família têm dado Espelhado em um Deus verdadeiro Repetindo isto ao mundo inteiro Todos nós que cremos seremos salvos Onde Cristo é adorado. Inspirado por nosso senhor Sempre protegido onde for Será lembrado por seus amigos Amando a todos de coração Mudam sem esquecer o irmão Unindo casais e filhos a Jesus. Homem escolhido por Deus Onde quer que ele se encontre Nunca se esquece dos seus Depois de mostrar-lhes o caminho Acompanha e os conduz a Cristo.
Por Antonio BezerraNossa confusão em relação ao que queremos dizer quando usamos a palavra “amor” é a origem de nossa dificuldade de amar.
Por bell hooksEm verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.
Por Carlos Drummond de Andrade"Não foram os fascistas, mas os socialistas, que começaram a arregimentar as crianças desde a mais tenra idade em organizações políticas para garantir que elas se tornassem bons proletários."
Por Friedrich Hayek