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A MEDIDA Não se preocupe em amar demais Tampouco de menos. Ame simplesmente a contento Demais ou de menos, não importa... Ame de dentro pra fora e de fora pra dentro A todo e qualquer tempo No frio ou no calor Na calmaria ou no vento Jamais perca tempo E nunca esqueça Que a medida de amar É a contento...
Por Bruno BezerraI Samuel, 1SM, 11:2, Porém Naás, o amonita, respondeu: - Farei aliança com vocês sob a condição de que seja vazado o olho direito de cada um de vocês. Assim, trarei vergonha sobre todo o Israel.
Por I Samuel, Antigo TestamentoÀ medida que minha oração se tornava mais atenta e interna, eu tinha menos e menos a dizer. Finalmente, fiquei completamente em silêncio... É assim que é. Orar não significa ouvir a si mesmo falar. A oração envolve ficar em silêncio, e estar em silêncio, e esperar até que Deus seja ouvido.
Por Soren KierkegaardII Crônicas, 2CR, 36:23, ´Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar um templo em Jerusalém, que fica em Judá. Aquele dentre vocês que for do seu povo, que suba a Jerusalém, e o Senhor, seu Deus, esteja com ele.`
Por II Crônicas, Antigo TestamentoA eternidade abracei No dia em que Te encontrei O amanhã não esperei E hoje não espero outra vez Pra amar, perdoar Pra sorrir, pra sonhar Ao invés de esperar Pronto estar Pro Senhor voltar
Por Adriana ArydesPluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah ArendtA TV não pode, sob o pretexto de que exibe fatos da vida, entrar com programações violentas, anômalas, em casas onde não é possível tirar as crianças da sala.
Por Alyrio CavallieriII Samuel, 2SM, 3:36, Todo o povo notou isso e aprovou essa atitude, assim como aprovava tudo o que o rei fazia.
Por II Samuel, Antigo Testamento