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O Palácio da Ventura Sonho que sou um cavaleiro andante. Por desertos, por sóis, por noite escura, Paladino do amor, busco anelante O palácio encantado da Ventura! Mas já desmaio, exausto e vacilante, Quebrada a espada já, rota a armadura... E eis que súbito o avisto, fulgurante Na sua pompa e aérea formosura! Com grandes golpes bato à porta e brado: Eu sou o Vagabundo, o Deserdado... Abri-vos, portas de ouro, ante meus ais! Abrem-se as portas d'ouro com fragor... Mas dentro encontro só, cheio de dor, Silêncio e escuridão - e nada mais!

Por Antero de Quental

Ezequiel, EZ, 14:10, Ambos levarão sobre si a sua iniquidade. A iniquidade daquele que consulta será como a do profeta,

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Talvez o motivo fosse justamente a nossa relação virtual: o Leo gostou de mim antes de conhecer minha aparência, e vice-versa. Num mundo onde a aparência parecia ser a primeira coisa que todo mundo reparava, conviver com ele era revigorante.

Por Clara Alves

Provérbios, PV, 9:8, Não repreenda o zombador, para que ele não odeie você; repreenda o sábio, e ele o amará.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 35:19, Assim, Raquel morreu e foi sepultada no caminho de Efrata, que é Belém.

Por Gênesis, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 13:8, Davi e todo o Israel se alegravam diante de Deus com todas as suas forças, com cânticos, com harpas, liras, tamborins, címbalos e trombetas.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Não basta ter dinheiro sem ter idéias!

Por Provérbio Chinês

Existe uma diferença profunda entre tocar a vida e viver a vida. Para tocar a vida, basta aparecer no trabalho toda manhã e esperar o dia passar. Já para viver a vida é preciso ter direção, propósito, paixão e preparo. É viver no sentido mais completo da palavra.

Por Flip Flippen

⁠Eu protejo a colmeia.

Por Beekeeper: Rede de Vingança

Era uma vez... numa terra muito distante... uma princesa linda, independente e cheia de autoestima. Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico... Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre... Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma: - Eu, hein? Nem morta!

Por Luis Fernando Verissimo