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Jeremias, JR, 9:16, Eu os espalharei entre nações que nem eles nem os seus pais conheceram; e enviarei a espada após eles, até que eu os tenha destruído.

Por Jeremias, Antigo Testamento

A Loba Sou doce, dengosa, polida… Fiel como um cão, sou capaz de te dar minha vida. Mas olha não pise na bola, se pular a cerca eu explodo, comigo não rola. Sou de me entregar de corpo e alma a uma paixão, mas não tente nunca enganar me coração, amor pra mim só vale assim sem precisar pedir perdão… Adoro tua mão atrevida, seu toque seu simples olhar já me deixa despida. Mas olha que eu não sou boba, por trás desta pele de cabra eu escondo uma loba. Quando estou amando sou mulher de um homem só, desço do meu salto faço o que lhe dá prazer, mas ó meu rei a minha lei você tem que saber… Sou mulher de te deixar se você me trair, e de encontrar um novo amor só pra me distrair. Me balança mas não me destrói, por que chumbo trocado não dói, eu não como na mão de quem brinca com a minha emoção. Sou mulher capaz de tudo para ver feliz, mas também sou de cortar o mal pela raiz. Não divido você com ninguém, não nasci para viver em um harém. Não me deixa saber que será bem melhor para você, me esquecer.

Por Alcione

A mim já não me resta a menor esperança... tudo se move ao compasso do que encerra a pança...

Por Frida Kahlo

Neemias, NE, 7:19, Os filhos de Bigvai, dois mil e sessenta e sete.

Por Neemias, Antigo Testamento

João, JO, 16:33, <J>Falei essas coisas para que em mim vocês tenham paz. No mundo, vocês passam por aflições; mas tenham coragem: eu venci o mundo.</J>

Por João, Novo Testamento

⁠Me preocupar com coisas que estão fora do meu controle é perda de tempo. Prefiro me concentrar em como tornar as coisas mais divertidas. (Luca)

Por Astra Lost In Space

Dor que não encontra vazão em lágrimas faz chorar outros órgãos.

Por Henry Maudsley

A Velha Amiga Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou expirimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos. Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Ai, um um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou. (Crônica publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 13/01/2001)

Por Rachel de Queiroz

Cometi muitos erros na minha vida, mas você, certamente, não é um deles

Por DCs Legends of Tomorrow

E, professora Existem coisas Que eu não quero aprender Oh, a última que tive Me fez chorar... Então, eu não quero aprender a Te abraçar, te tocar Achar que você é minha Porque não há prazer algum Para um rapaz do subúrbio como eu Cuja professora lhe disse adeus!

Por George Michael