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Este é um país em que as prostitutas gozam, os traficantes cheiram e em que um carro usado vale mais que um carro novo. É ou não é um país de cabeça para baixo?

Por Tom Jobim

A vida de cada um é também a tessitura desse monstruário pessoal no qual vamos nomeando os seres que assombram apenas a nós. Aqueles que nascem de uma mitologia íntima, forjada em nosso confronto com o real, sempre muito mais apavorante.

Por Eliane Brum

Como é que a gente se agride a partir daquilo em que há controvérsias e não se confraterniza com base naquilo em que somos unânimes?

Por Ed René Kivitz

O que pode ser dito, pode jamais ser escrito

Por Adolf Hitler

Tire esse relógio da tomada, garoto. Você não consegue ver a hora enquanto dorme! São 2 centavos a hora!

Por Julius Rock

É realmente bom ter amigos.

Por Guardiões da Galáxia: Volume 3

Números, NM, 35:34, Portanto, não contaminem a terra na qual vocês vivem, no meio da qual eu habito; pois eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel.

Por Números, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 20:4, Ora, Abimeleque ainda não havia se aproximado de Sara e por isso disse: - Senhor, matarás até uma nação inocente?

Por Gênesis, Antigo Testamento

Todo dia um corpo diferente. Todo dia uma vida diferente. Cada dia amando a mesma garota.

Por David Levithan

⁠ Quem és tu, pobre vivente, Que vagas triste e sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho? A noite é negra; raivosos Os ventos correm do sul; Não temes que eles te apaguem A tua lanterna azul? Quando tu passas, o lago De estranhos fogos esplende, Dobra-se a clícia amorosa, E a fronte mimosa pende. As folhas brilham, lustrosas, Como espelhos de esmeralda; Fulge o iris nas torrentes Da serrania na fralda. O grilo salta das sarças; Piam aves nos palmares; Começa o baile dos silfos No seio dos nenufares. A tribo das mariposas, Das mariposas azuis, Segue teus giros no espaço, Mimosa gota de luz! São elas flores sem haste; Tu és estrela sem céu; Procuram elas as chamas; Tu amas da sombra o véu! Quem és tu, pobre vivente, Que vagueias tão sozinho, Que tens os raios da estrela, E as asas do passarinho?

Por Fagundes Varela