Veja outros textos inspiradores!

Gênesis, GN, 42:1, Quando Jacó soube que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos: - Por que vocês estão aí olhando uns para os outros?

Por Gênesis, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 16:14, Façam todas as coisas com amor.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Algo deve mudar para que tudo continue como está.

Por Giuseppe Tomasi di Lampedusa

⁠Eu fui criada na fronteira Meu sangue é de arara Pense numa disposição Eu sou do clã da pá virada

Por Aíla (cantora)

O passado não é o que parece ser. Você deve encarar a verdade. (Pabbie)

Por Frozen 2

A palavra escrita, ensinou-me a escutar a voz humana, assim como as grandes atitudes imóveis das estátuas, me ensinaram a apreciar os gestos.

Por Marguerite Yourcenar

Juízes, JZ, 18:19, Eles responderam: - Fique calado. Não diga nada a ninguém. Venha conosco e seja o nosso conselheiro e sacerdote. Ou você acha que é melhor ser sacerdote na casa de um só homem do que ser sacerdote de uma tribo e de uma família em Israel?

Por Juízes, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 24:9, Os planos do tolo são pecado, e o zombador é abominável às pessoas. - 24 -

Por Provérbios, Antigo Testamento

Um problema não precisa bater na porta pra ser nossa responsabilidade. Se podemos reduzir o dano que ele pode causar, devemos agir. (Faye)

Por God of War Ragnarok

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski