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Em plena era nova Há criaturas que deixaram, na Terra, como único rastro da vida robusta que usufruíram na carne, o mausoléu esquecido num canto ermo de cemitério. Nenhuma lembrança útil. Nenhuma reminiscência em bases de fraternidade. Nenhum ato que lhes recorde atitudes como padrões de fé. Nenhum exemplo edificante nos currículos da existência. Nenhuma idéia que vencesse a barreira da mediocridade. Nenhum gesto de amor que lhes granjeasse sobre o nome o orvalho da gratidão. A terra conservou-lhe, à força, apenas o cadáver – retalho de matéria gasta que lhes vestira o espírito e que passa a ajudar, sem querer, no adubo às ervas bravas. Usaram os empréstimos do Pai Magnânimo exclusivamente para si mesmos, olvidando estendê-los aos companheiros de evolução e ignorando que a verdadeira alegria não vive isolada numa só alma, pois que somente viceja com reciprocidade de vibrações entre vários grupos de seres amigos. Espíritas, muitos de nós já vivemos assim! Entretanto, agora, os tempos são outros e as responsabilidades surgem maiores. O Espiritismo, a rasgar-nos nas mentes acanhadas e entorpecidas largos horizontes de ideal superior, nos impele para a frente, rumo aos Cimos da Perfectibilidade. A humanidade ativa e necessitada, a construir seu porvir de triunfos, nos conclama ao trabalho. O espírito é um monumento vivo de Deus – o Criador Amorável. Honremos a nossa origem divina, criando o bem como chuva de bênçãos ao longo de nossas próprias pegadas. Irmãos, sede os vencedores da rotina escravizante. Em cada dia renasce a luz de uma nova vida e com a morte somente morrem as ilusões. O espírito deve ser conhecido por suas obras. É necessário viver e servir. É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que pó! (Psicografada por WALDO VIEIRA. Sobre o CAP. XVIII – Item 9 do ESE)

Por Eurípedes Barsanulfo

⁠"Ah! meus próprios lábios se calam. Porém, todo o mundo está preenchido Com a Ecoar, que mergulha cada vez mais Como o néctar do trevo. Paixão, arrependimento e dor Procure novamente o ventre de sua mãe, E assim nasce o tesouro triplo, Paz, pureza e prazer. – Calma, meu filho, e suba aqui Onde as estrelas são macias como veludo!

Por Aleister Crowley

II Reis, 2RS, 2:11, Enquanto iam caminhando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro, e Elias subiu ao céu num redemoinho.

Por II Reis, Antigo Testamento

Números, NM, 13:19, Vejam também como é a terra em que esse povo habita, se é boa ou má, e como são as cidades em que habita, se são arraiais ou fortalezas.

Por Números, Antigo Testamento

Meu coração já foi destruidos de tantas maneiras, que eu já nem sei como monta-lo novamente.

Por LaryKramer

O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formamos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o princípio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.

Por Fernando Pessoa

Naum, NA, 2:3, Os escudos dos seus heróis são vermelhos; os homens valentes vestem escarlate. Os carros de guerra brilham como fogo no dia da sua preparação, e as lanças são agitadas.

Por Naum, Antigo Testamento

Mente é casa que não tem paredes, mas nos acostumamos a viver como se tivesse. E, não é raro, passamos temporadas no cômodo mais apertado.

Por Ana Jácomo

No amor, mais vale a caça do que a presa.

Por Étienne Pasquier

Gênesis, GN, 42:16, Enviem um de vocês, que busque o seu irmão. Vocês ficarão detidos para que sejam provadas as palavras de vocês, se há verdade no que dizem; ou se não, juro pela vida de Faraó que vocês são espiões.

Por Gênesis, Antigo Testamento