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Êxodo, EX, 23:19, Tragam as primícias dos frutos de sua terra à casa do Senhor, seu Deus. Não cozinhem o cabrito no leite da sua própria mãe.
Por Êxodo, Antigo TestamentoJosué, JS, 7:2, Josué enviou alguns homens de Jericó até a cidade de Ai, que está junto a Bete-Áven, a leste de Betel, e lhes falou, dizendo: - Vão e espiem a terra. Os homens foram e espiaram a cidade.
Por Josué, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 27:8, Os moradores de Sidom e de Arvade foram os seus remadores; os seus sábios, ó Tiro, que se achavam dentro de você, esses foram os seus pilotos.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoAnna: Arendelle está debaixo de neve. Elsa: O quê? Anna: É que tu espalhaste o inverno interno em todo lado. Elsa: Não pode ser! Anna: Não faz mal, nós podemos resolver. Elsa: Não posso nada, eu não sei como. Anna: Podes, eu sei que podes.
Por FrozenAs pessoas se concentraram tanto no príncipe segurando o sapato perdido da Cinderela que não perceberam que o verdadeiro final feliz foi o momento em que ela percebeu que era corajosa o suficiente para ir ao maldito baile sozinha.
Por Alyssa Colevocê não acreditaria que eu sigo mentindo e que agora as mentiras são quase bonitas apenas porque morremos: a beleza. apenas porque morremos o sol voltará amanhã exigindo que ao menos um de nós tente de novo você não acreditaria nas coisas que tenho tentado provar – a libido, o corpo, o frio (sobretudo o frio) você não acreditaria que apenas porque morremos as coisas ainda brilham que apenas porque morremos ainda somos necessários
Por Ítalo DiblasiIsaías, IS, 19:5, As águas do mar baixarão, e o rio Nilo se tornará seco e árido.
Por Isaías, Antigo TestamentoAs memórias que os fantasmas têm podem estar embaralhadas. Flutuar por tanto tempo faz com que eles se esqueçam do que é importante.
Por Hotel del LunaLEMBRANÇAS DE MORRER Quando em meu peito rebentar-se a fibra, Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nenhuma lágrima Em pálpebra demente. E nem desfolhem na matéria impura A flor do vale que adormece ao vento: Não quero que uma nota de alegria Se cale por meu triste passamento. Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, – Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro; Como o desterro de minh’alma errante, Onde fogo insensato a consumia: Só levo uma saudade – é desses tempos Que amorosa ilusão embelecia. Só levo uma saudade – é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas… De ti, ó minha mãe, pobre coitada, Que por minha tristeza te definhas! De meu pai… de meus únicos amigos, Pouco - bem poucos – e que não zombavam Quando, em noites de febre endoudecido, Minhas pálidas crenças duvidavam. Se uma lágrima as pálpebras me inunda, Se um suspiro nos seios treme ainda, É pela virgem que sonhei… que nunca Aos lábios me encostou a face linda! Só tu à mocidade sonhadora Do pálido poeta deste flores… Se viveu, foi por ti! e de esperança De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo… Ó minha virgem dos errantes sonhos, Filha do céu, eu vou amar contigo! Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: Foi poeta - sonhou - e amou na vida. Sombras do vale, noites da montanha Que minha alma cantou e amava tanto, Protegei o meu corpo abandonado, E no silêncio derramai-lhe canto! Mas quando preludia ave d’aurora E quando à meia-noite o céu repousa, Arvoredos do bosque, abri os ramos… Deixai a lua pratear-me a lousa!
Por Álvares de Azevedo