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O autocontrole mais eficaz não é a força de vontade e o esforço para reprimir impulsos e comportamentos indesejados. Ele surge quando você aproveita os poderes inconscientes da mente para fazer com muito mais facilidade o autocontrole por você.
Por John BarghNeemias, NE, 7:29, Os homens de Quiriate-Jearim, Cefira e Beerote, setecentos e quarenta e três.
Por Neemias, Antigo TestamentoIsaías, IS, 34:5, Porque a minha espada se embriagou nos céus; eis que, para exercer juízo, ela desce sobre Edom e sobre o povo que destinei para a destruição.
Por Isaías, Antigo TestamentoO caminho da verdade é profundo – assim como os obstáculos e as possibilidades de autoengano.
Por Chögyam Trungpa Rinpoche– O Rio de Janeiro tá falido, rapá. – Eu tô ligado, mas é o meu Rio de Janeiro.
Por How To Be a Carioca (série)Todos se deixam levar pela correnteza daquilo chamado destino ou coisa parecida, para no final desaparecerem do mundo, desperdiçando suas vidas, sem ao menos descobrirem o significado de suas existências…
Por BerserkMeu trem Parte meu trem Da gare escura, Pela manhã que não veio, Ainda. Do escuro da noite, Que não finda, Parte meu trem Escuro e sujo. Trem de perfumes Extravagantes, Em misturas exóticas De odores; Miss dior, num certo azêdo Do suor De mil axilas. O cheiro de peixe Que exala De caixotes, em jornal (sem igual). Ah, meu trem que parte, Escuro e sujo! Trem de luxo No cotidiano, Com portas abertas (incertas) Que são bocas famintas (de gente). De janelas sem vidro, Com chuva, com vento Num só lamento, Do pó que levanta Do chão, Juncado do lixo De muitas mãos E das bocas que cospem A miséria de um povo. Meu trem… Do cotidiano, De professoras azuis, De bêbados cansados, De suados operários, Dos peixeiros Que espalham na manhã A presença dos mares, Em horários incertos (invulgares). Trem democrático. Prático! A professora ao lado Da lavadeira, No mesmo trem, Escuro E sujo, Com cheiro de peixe, De roupa lavada (ou suja?) Com o lixo espalhado No perfume francês. Quem nos fez Assim tão irmanados Nós….Os subdesenvolvidos Do sul? Num mesmo trem Escuro E sujo. Com vento Com chuva Com frio, Mas sem cheiro Do sangue Da luta de irmãos. O branco no preto O preto no branco, Livres Num mesmo trem Escuro E sujo, Com vento, Com chuva, Com frio, Mas sem o cheiro Da pólvora Da guerra, Que me aterra
Por Victor Motta