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Isaías, IS, 52:5, Agora, que farei eu aqui, diz o Senhor, pois o meu povo foi levado por nada? Os seus opressores dão uivos, diz o Senhor, e o meu nome é blasfemado todo o dia, sem cessar.

Por Isaías, Antigo Testamento

Quando alguém mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando alguém trapaceia, está roubando o direito à justiça. (O Caçador de Pipas)

Por Khaled Hosseini

Meiga e abusada, faço você se perder.

Por Anitta

A humildade é a base e o fundamento de todas as virtudes e sem ela não há nenhuma que o seja.

Por Miguel de Cervantes

Aprendi a procurar a felicidade limitando os desejos, em vez de tentar satisfazê-los.

Por John Stuart Mill

No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade.

Por Desconhecido

E, Se Eu Mostrar O Cianureto Que Eu Comprei Pra Gente Se Matar, Você Manda Me Prender No Amanhecer?

Por Clarice Falcão

O importante é amar sem rédeas e sem censura, mesmo que a sociedade às vezes seja tão dura; amar é sentir coragem! Sem fingir, sem camuflagem, sem medo de ser julgado, pois quem julga um amor Não é juiz, não sinhô, É no fundo um mal-amado.

Por Bráulio Bessa

Um rei muito bom Conta-se que um fanático rei mandou construir uma cama de ouro, muitíssimo valiosa, adornada com milhares de diamantes e mandou que a colocassem no quarto de hóspedes do palácio. Sempre que havia convidados o rei elogiava a cama e dizia do prazer que sentia por receber pessoas tão ilustres. Porém, existia uma condição: o convidado teria que se encaixar na cama que fora fabricada sob medida. Se fosse gordo, o hóspede deveria ser cortado para caber na cama, com a desculpa do preço e do valor da cama. Era impossível encontrar alguém que se ajustasse ao tamanho do leito real, porque o homem médio não existe e o móvel do político-rei era de tamanho único, mas as pessoas são diferentes. Sendo o rei matemático, mandou medir a altura de todos os cidadãos e dividiu o resultado entre os cidadãos de sua cidade, assim obteve o tamanho do homem médio. Na cidade havia pequenos, gente jovem, gente idosa, pigmeus, gigantes, porém o homem mediano não havia. E a cama do rei continuava matando o gordo, o magro, o baixo, o alto... O rei não tinha culpa nenhuma, ele tinha o maior prazer de receber as pessoas, elas eram culpadas, porque não cabiam na cama preciosa do rei. Tão hospitaleiro e tão bom! Ele tinha uma equipe de funcionários aptos para esticar o baixinho até caber na cama. Chegava morto, claro! Eram muito esforçados aqueles funcionários públicos, mas o homem era baixinho, a culpa era dele! Que lição pode-se aprender! As políticas públicas existem, lindas, perfeitas, humanas, caríssimas, preciosas! Só que o cidadão não se ajusta a elas; eles não se encaixam nos hospitais abarrotados e com filas de espera, não se encaixam nas escolas sem professores, não se encaixam nas ruas infestadas de bandidos soltos, atirando pra todo lado, mas o rei tem o maior prazer de fazer o enterro do hóspede de graça - de graça não - toma o dinheiro do baixo, do gordo, do magro, do alto e o investe num cemitério pobre, cheio de mato, abandonado e triste, sem flores. O defunto foi culpado, porque não teve dinheiro para fazer um plano de saúde e um plano pós-vida. Que culpa tem o rei? A educação, esta sim, é a verdadeira culpada! Por que não se educa para a competência de enxergar e distinguir políticas públicas de políticas privadas, mas, principalmente, aquelas que deveriam ir diretamente para as privadas públicas?

Por Ivone Boechat

⁠A educação não só enriquece a cultura… É a primeira condição para a liberdade, a democracia e o desenvolvimento sustentável.

Por Kofi Annan