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Vou correndo pros seus braços Já estava te esperando Já passei por quase tudo E tudo estava me acabando E se magoei você Sofri em dobro Mas prometo nunca te perder de novo
Por Diego e ArnaldoQuem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes.
Por Khalil GibranToda ideia realmente original enfrenta resistência no começo. As pessoas precisam de tempo para se acostumarem com o novo.
Por Carlos DomingosFeridas em seu coração são diferentes de feridas em seu corpo e existe apenas uma coisa que pode cura-la essa é, o amor.
Por NarutoIsaías, IS, 16:8, Porque os campos de Hesbom estão murchos; os senhores das nações destruíram os melhores ramos da vinha de Sibma, que se estendiam até Jazer e se perdiam no deserto, ramos que se estendiam e passavam além do mar.
Por Isaías, Antigo TestamentoSONHANDO Na praia deserta que a lua branqueia Que mimo! Que rosa, que filha de Deus! Tão pálida - ao vê-la meu ser devaneia, Sufoco nos lábios os hálitos meus! Não corras na areia, Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A praia é tão longe! E a onda bravia As roupas de goza te molha de escuma De noite - aos serenos - a areia é tão fria, Tão úmido o vento que os ares perfuma! És tão doentia! Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! A brisa teus negros cabelos soltou, O orvalho da face te esfria o suor; Teus seios palpitam - a brisa os roçou, Beijou-os, suspira, desmaia de amor! Teu pé tropeçou... Não corras assim! Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E o pálido mimo da minha paixão Num longo soluço tremeu e parou, Sentou-se na praia, sozinha no chão, A mão regelada no colo pousou! Que tens, coração? Que tremes assim? Cansaste, donzela? Tem pena de mim! Deitou-se na areia que a vaga molhou. Imóvel e branca na praia dormia; Mas nem os seus olhos o sono fechou E nem o seu colo de neve tremia... O seio gelou?... Não durmas assim! Ó pálida fria, Tem pena de mim! Dormia: — na fronte que níveo suar... Que mão regelada no lânguido peito... Não era mais alvo seu leito do mar, Não era mais frio seu gélido leito! Nem um ressonar... Não durmas assim... Ó pálida fria, Tem pena de mim! Aqui no meu peito vem antes sonhar Nos longos suspiros do meu coração: Eu quero em meus lábios teu seio aquentar, Teu colo, essas faces, e a gélida mão... Não durmas no mar! Não durmas assim. Estátua sem vida, Tem pena de mim! E a vaga crescia seu corpo banhando, As cândidas formas movendo de leve! E eu vi-a suave nas águas boiando Com soltos cabelos nas roupas de neve! Nas vagas sonhando Não durmas assim... Donzela, onde vais? Tem pena de mim! E a imagem da virgem nas águas do mar Brilhava tão branca no límpido véu... Nem mais transparente luzia o luar No ambiente sem nuvens da noite do céu! Nas águas do mar Não durmas assim... Não morras, donzela, Espera por mim!
Por Álvares de AzevedoConversamos sobre insanidade. E ele disse: Muitos grandes homens são loucos e ninguém sabe disso. Eles próprios não sabem.
Por Agatha ChristieNo começo eu tentava te fazer me amar Mas agora estamos juntos e posso confessar Eu não gosto de cinema, eu não sei cozinhar Nunca fui tão cavalheiro, jurei nunca casar A carta que mandei não fui eu que escrevi E o poema que te recitei num livro eu li Não sou bom de futebol E por você já chorei Mas é de verdade estou te amando Me apaixonei
Por Fernando e Sorocaba