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Basicamente, se você não estiver olhando para você mesmo com um olhar crítico, não alcançará seu potencial! Disciplina é igual a liberdade. O que importa não é o que você prega, é o que você tolera. Não espere estar motivado todos os dias para sair e fazer as coisas acontecerem.
Por Jocko WillinkJeremias, JR, 8:10, Portanto, darei as mulheres deles a outros homens, e os seus campos, a novos possuidores. Porque, desde o menor deles até o maior, cada um está entregue à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade.
Por Jeremias, Antigo TestamentoUm beco sem saída tem uma saída: a sua entrada. Quando você não sabe para onde está indo, nunca se esqueça de onde você vem.
Por Alejandro JodorowskyNações sem um passado são contradições em termos. O que faz uma nação é o passado, o que justifica uma nação contra outras é o passado, e os historiadores são as pessoas que o produzem.
Por Eric HobsbawmDeuteronômio, DT, 9:17, Então peguei as duas tábuas e as joguei no chão, quebrando-as diante dos olhos de vocês.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoO que é preciso é gente gente com dente gente que tenha dente que mostre o dente Gente que não seja decente nem docente nem docemente nem delicodocemente Gente com mente com sã mente que sinta que não mente que sinta o dente são e a mente Gente que enterre o dente que fira de unha e dente e mostre o dente potente ao prepotente O que é preciso é gente que atire fora com essa gente Essa gente dominada por essa gente não sente como a gente não quer ser dominada por gente NENHUMA! A gente só é dominada por essa gente quando não sabe que é gente
Por Ana HatherlyJeremias, JR, 7:34, Farei cessar nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém o som das festas e da alegria, a voz do noivo e a voz da noiva; porque a terra ficará em ruínas.
Por Jeremias, Antigo TestamentoLISBON REVISITED (1926) Nada me prende a nada. Quero cinqüenta coisas ao mesmo tempo. Anseio com uma angústia de fome de carne O que não sei que seja - Definidamente pelo indefinido... Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto De quem dorme irrequieto, metade a sonhar. Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias. Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua. Não há na travessa achada o número da porta que me deram. Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido. Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota. Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados. Até a vida só desejada me farta - até essa vida... Compreendo a intervalos desconexos; Escrevo por lapsos de cansaço; E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia. Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme; Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago; ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso. Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma... E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei, Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa (E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas), Nas estradas e atalhos das florestas longínquas Onde supus o meu ser, Fogem desmantelados, últimos restos Da ilusão final, Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido, As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus. Outra vez te revejo, Cidade da minha infância pavorosamente perdida... Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui... Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei, E aqui tornei a voltar, e a voltar. E aqui de novo tornei a voltar? Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram, Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória, Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim? Outra vez te revejo, Com o coração mais longínquo, a alma menos minha. Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -, Transeunte inútil de ti e de mim, Estrangeiro aqui como em toda a parte, Casual na vida como na alma, Fantasma a errar em salas de recordações, Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem No castelo maldito de ter que viver... Outra vez te revejo, Sombra que passa através das sombras, e brilha Um momento a uma luz fúnebre desconhecida, E entra na noite como um rastro de barco se perde Na água que deixa de se ouvir... Outra vez te revejo, Mas, ai, a mim não me revejo! Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico, E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim - Um bocado de ti e de mim! (Heterônimo de Fernando Pessoa)
Por Álvaro de CamposNúmeros, NM, 15:8, Quando você preparar um novilho para holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou um sacrifício pacífico ao Senhor,
Por Números, Antigo Testamento