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Números, NM, 33:38, Então Arão, o sacerdote, subiu o monte Hor, segundo o mandado do Senhor; e morreu ali, no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano depois da saída dos filhos de Israel da terra do Egito.
Por Números, Antigo TestamentoA maior parte das pessoas seriam bem sucedidas em coisas pequenas se não estivessem tão preocupadas com grandes ambições.
Por Henry LongfellowLivres pensadores assustam Conservadores só conservam dores Vocês têm medo das mudanças Malditos escravos de antigos valores
Por Diomedes ChinaskiMarcos, MC, 14:51, Um jovem, coberto unicamente com um lençol, seguia Jesus. Eles o agarraram,
Por Marcos, Novo TestamentoI Coríntios, 1CO, 2:15, Porém a pessoa espiritual julga todas as coisas, mas ela não é julgada por ninguém.
Por I Coríntios, Novo TestamentoTô beijando outra boca lembrando da sua Agora toda noite eu fico pela rua Procurando um novo amor
Por Eric Landnunca cometo o mesmo erro duas vezes já cometo duas três quatro cinco seis até esse erro aprender que só o erro tem vez
Por Paulo LeminskiPor milhões de anos, os primeiros homens acreditaram que a morte era o único fim do indivíduo e que a dor, a tristeza e a melancolia eram inevitáveis e incuráveis. Estavam de tal maneira habituados a ver constantemente a morte e a dor (inclusive a morte de filhos e irmãos jovens), que as consideravam um fato corriqueiro e irremediável. E, assim, abandonavam os corpos e não os sepultavam, da mesma forma como fazem os animais ainda hoje. Depois, em um certo momento, os seres humanos "descobrem (isto é, inventam) o outro mundo: podemos inclusive datar essa descoberta, porque coincide com a construção da primeira sepultura. A mais antiga, de noventa mil anos atrás, foi encontrada em Belém, na Judéia, que é também o lugar de um famoso berço. Desde então, o homem é o único ser vivo que enterra seus mortos, talvez por medo do contágio, do mau cheiro e do nojo causados pela putrefação. Mas isto não explica por que deixavam, ao lado dos corpos, também utensílios e objetos preciosos que deviam ajudar o defunto na outra vida. Fica evidente aqui a esperança de que o corpo ressuscite e de que exista uma vida ultraterrena num outro mundo que fica além deste. Em resumo, há noventa mil anos criou-se esta primeira e grande consolação, que suaviza a idéia do fim definitivo.
Por Domenico De MasiUm pensador é um filtro em que a passagem das verdades deixa sua melhor substância.
Por A.D. Sertillanges