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(Eu Amo Viver) Faço de mim um instrumento da arte e que me toquem poesias como arpas e canções e mãos de pintores que as paixões sempre me traga enxurradas de emoções Faço de mim a mais romântica e mais amada, porque o amor que mais amo é próprio. Faço de mim a mais forte para enfrentar o preconceito e a descriminação no qual relembro em cada poema que escrevo e saibam que não vou dar trégua para a sua ignorância. Faço de mim uma alma forte como a ventania por que a fraqueza não me abre portas e eu preciso passar e fazer a vida pulsar dentro do meu coração Faço de mim a busca na melhora dos meus defeitos, para aceitar os nãos da vida como se fossem normais Faço de mim um escudo para atravessar desertos e ser capaz de enfrentar redemoinhos e não ter medo de seguir meu caminho ouvindo nãos sem desistir de procurar os meus sonhos. Eu só quero desfrutar intensamente da vida, mesmo com meus medos poder sorrir, cantar, brincar, dançar e me vestir com as cores do arco-iris me entregar a todos os amores, me apaixonar, tentar viver sem preconceito ou pudores. Eu amo viver! (Antonia Diniz)
Por Antonia dinizAté um grande pianista pode errar se tentar tocar e cantar ao mesmo tempo.
Por Intensivão de Amor (Crash Course In Romance)Jó, JÓ, 25:5, Eis que até a lua não tem brilho, e as estrelas não são puras aos olhos dele.
Por Jó, Antigo TestamentoLucas, LC, 12:48, <J>Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites.</J> <J>Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoGênesis, GN, 18:14, Por acaso, existe algo demasiadamente difícil para o Senhor? Daqui a um ano, neste mesmo tempo, voltarei a você, e Sara terá um filho.
Por Gênesis, Antigo TestamentoA suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial.
Por William ShakespeareUma névoa de Outono o ar raro vela, (5-11-1932) Uma névoa de Outono o ar raro vela, Cores de meia-cor pairam no céu. O que indistintamente se revela, Árvores, casas, montes, nada é meu. Sim, vejo-o, e pela vista sou seu dono. Sim, sinto-o eu pelo coração, o como. Mas entre mim e ver há um grande sono. De sentir é só a janela a que eu assomo. Amanhã, se estiver um dia igual, Mas se for outro, porque é amanhã, Terei outra verdade, universal, E será como esta [...]
Por Fernando Pessoa