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É como chuva no dia do seu casamento É uma passagem de graça, quando você já pagou É o bom conselho que você não aceitou E quem teria imaginado... isto acontece -Ironic-
Por Alanis MorissetteI Reis, 1RS, 13:26, Quando o profeta que o tinha feito voltar do caminho ouviu isso, disse: - É o homem de Deus que foi rebelde à palavra do Senhor. Por isso, o Senhor o entregou ao leão, que o despedaçou e matou, segundo a palavra que o Senhor lhe tinha dito.
Por I Reis, Antigo TestamentoProvérbios, PV, 5:11, No fim de sua vida você ficará gemendo, quando a sua carne e o seu corpo se consumirem.
Por Provérbios, Antigo TestamentoGênesis, GN, 27:40, Você viverá da sua espada e servirá o seu irmão; quando, porém, você se libertar, sacudirá do seu pescoço o jugo dele.
Por Gênesis, Antigo TestamentoJó, JÓ, 24:9, Orfãozinhos são arrancados do peito, e dos pobres se toma penhor.
Por Jó, Antigo TestamentoAmanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho. Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia. Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate — meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
Por Dalton TrevisanOh estações, oh castelos! Que alma é sem defeitos? Eu estudei a alta magia Do Amor, que nunca sacia. Saúdo-te toda vez Que canta o galo gaulês. Ah! Não terei mais desejos: Perdi a vida em gracejos. Tomou-me corpo e alento, E dispersou meus pensamentos. Ó estações, ó castelos! Quando tu partires, enfim Nada restará de mim. Ó estações, ó castelos!
Por Arthur Rimbaud