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⁠Por isto gosto de pegar a estrada. É bom para fazer você lembrar que o mundo é maior do que o interior da sua cabeça.

Por Estou Pensando em Acabar com Tudo

Daniel, DN, 12:5, Então eu, Daniel, olhei, e eis que outros dois estavam em pé às margens do rio, um de cada lado.

Por Daniel, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 42:7, Havia também um muro do lado de fora, diante das câmaras, no caminho do átrio exterior, diante das câmaras; esse muro tinha vinte e cinco metros de comprimento.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

⁠Fico sempre surpresa ao descobrir que, quando o mundo parece mais escuro, existe a maior oportunidade para a luz.

Por Brigid Kemmerer

A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis. A fim de suportá-la, não podemos dispensar as medidas paliativas. ‘Não podemos passar sem construções auxiliares’, diz-nos Theodor Fontane. Existem talvez três medidas desse tipo: derivativos poderosos, que nos fazem extrair luz de nossa desgraça; satisfações substitutivas, que a diminuem; e substâncias tóxicas, que nos tornam insensíveis a ela. Algo desse tipo é indispensável. Voltaire tinha os derivativos em mente quando terminou Candide com o conselho para cultivarmos nosso próprio jardim, e a atividade científica constitui também um derivativo dessa espécie. As satisfações substitutivas, tal como as oferecidas pela arte, são ilusões, em contraste com a realidade; nem por isso, contudo, se revelam menos eficazes psiquicamente, graças ao papel que a fantasia assumiu na vida mental. As substâncias tóxicas influenciam nosso corpo e alteram a sua química.

Por Sigmund Freud

Inúmeros artistas contemporâneos não são artistas e, olhando bem, nem são contemporâneos.

Por Millôr Fernandes

Hebreus, HB, 12:29, Porque o nosso Deus é fogo consumidor.

Por Hebreus, Novo Testamento

Sua maior tristeza era não poder encontrar alguém para amar em troca, já que todos os homens eram idiotas e feios demais para formar um par com uma princesa tão bela e inteligente.

Por L. Frank Baum

Perguntas de um Operário Letrado Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruída, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitória. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas

Por Bertolt Brecht

É muita pretensão de quem está de fora, dizer quem eu sou ou não. Por isso contente-se com o que você acha, pois jamais saberá quem sou de fato.

Por Edna Frigato