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Ouvi dizer que só era triste quem queria.

Por Chorão

Jeremias, JR, 38:14, Então o rei Zedequias mandou trazer o profeta Jeremias à sua presença, à terceira entrada na Casa do Senhor, e lhe disse: - Eu quero perguntar algo a você; não esconda nada de mim.

Por Jeremias, Antigo Testamento

O homem vale tanto quanto o valor que dá a si próprio.

Por François Rabelais

Quando você se sente entusiasmado pelo seu futuro, você o dirige com suas próprias mãos. Você faz algo acontecer.

Por Lauren Jauregui

A fraqueza da mente esconde o infinito de nós.

Por Jim Morrison

Não se trata sobre o que disseram, mas quem disse.

Por Provérbio Chinês

COMPROMISSO COM A PAZ Marcial Salaverry De assumir um compromisso com a Paz, qualquer um é perfeitamente capaz... Basta saber em paz amar, e assim ter condição para criar um clima de diálogo e compreensão, algo que faz bem para alma e coração... Não existe nada melhor para encerrar uma discussão, pois assim nada é preciso ser dito, sendo mais fácil deixar o dito pelo não dito... Basta abrir os braços, acolhendo com beijos e abraços... Para que falar, para que brigar, se basta apenas em paz amar... Amar assim a humanidade, podendo espalhar felicidade a quem estiver por perto, sentindo bem desperto o sentido de PAZ E AMOR...

Por Marcial Salaverry

Isaías, IS, 48:13, Também a minha mão fundou a terra, e a minha mão direita estendeu os céus; quando eu os chamar, eles se apresentarão juntos.`

Por Isaías, Antigo Testamento

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski

A paz jamais será conquistada com violência.

Por Death Note