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Se não se tem, não se dá!

Por Joana Nunes

A si mesmo o homem faz mal, a um outro o mal fazendo.

Por Hesíodo

Se Deus criou as pessoas para amar e as coisas para cuidar, por que amamos as coisas e usamos as pessoas?

Por Bob Marley

Isaías, IS, 26:20, Meu povo, entrem nos seus quartos e tranquem as portas; escondam-se por um momento, até que passe a ira.

Por Isaías, Antigo Testamento

Minha paixão sempre foi o que vem de dentro, pensamentos e sentimentos.

Por A Pior Pessoa do Mundo (filme)

Por milhões de anos, os primeiros homens acreditaram que a morte era o único fim do indivíduo e que a dor, a tristeza e a melancolia eram inevitáveis e incuráveis. Estavam de tal maneira habituados a ver constantemente a morte e a dor (inclusive a morte de filhos e irmãos jovens), que as consideravam um fato corriqueiro e irremediável. E, assim, abandonavam os corpos e não os sepultavam, da mesma forma como fazem os animais ainda hoje. Depois, em um certo momento, os seres humanos "descobrem (isto é, inventam) o outro mundo: podemos inclusive datar essa descoberta, porque coincide com a construção da primeira sepultura. A mais antiga, de noventa mil anos atrás, foi encontrada em Belém, na Judéia, que é também o lugar de um famoso berço. Desde então, o homem é o único ser vivo que enterra seus mortos, talvez por medo do contágio, do mau cheiro e do nojo causados pela putrefação. Mas isto não explica por que deixavam, ao lado dos corpos, também utensílios e objetos preciosos que deviam ajudar o defunto na outra vida. Fica evidente aqui a esperança de que o corpo ressuscite e de que exista uma vida ultraterrena num outro mundo que fica além deste. Em resumo, há noventa mil anos criou-se esta primeira e grande consolação, que suaviza a idéia do fim definitivo.

Por Domenico De Masi

A VIDA (LIFE) A vida, acredita, não é um sonho Tão negro quanto os sábios dizem ser. Freqüentemente uma manhã cinzenta Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta. Às vezes há nuvens sombrias Mas é apenas em certos dias; Se a chuvada faz as rosas florir Ó porquê lamentar e não sorrir? Rapidamente, alegremente As soalhentas horas da vida vão passando Agradecidamente, animadamente Goza-as enquanto vão voando. E quando por vezes a morte aparece E consigo o que de melhor temos desaparece? E quando a dor se aprofunda E a esperança vencida se afunda? Oh, mesmo então a esperança há-de renascer, Inconquistável, sem nunca morrer. Alegre com a sua asa dourada Suficientemente forte para nos fazer sentir bem Corajosamente, sem medo de nada Enfrenta o dia do julgamento que vem. Porque gloriosamente, vitoriosamente Pode a coragem o desespero vencer.

Por Emily Brontë

Jeremias, JR, 36:12, desceu à casa do rei, à câmara do escrivão. Eis que todas as autoridades estavam ali assentadas: o escrivão Elisama, Delaías, filho de Semaías, Elnatã, filho de Acbor, Gemarias, filho de Safã, Zedequias, filho de Hananias, e todas as outras autoridades.

Por Jeremias, Antigo Testamento

⁠É nossa obrigação falar sobre o Holocausto repetidamente para que não seja esquecido.

Por Annette Hess

II Samuel, 2SM, 22:13, Do resplendor que diante dele havia, brasas de fogo se acenderam.

Por II Samuel, Antigo Testamento