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Dor(mente) A dor que guardo na mente Debruça-se sob meu peito Com tanta força dum jeito Que já ficou foi dormente Mas meu medo, tão perene Não é que venha formigar Mas que de tanto esperar Ele se acostume parado E meu fim chegue calado Antes mesmo d'eu te beijar (Jefferson Moraes) 01/08/2014 Olinda, Pernambuco.

Por Jefferson Moraes

Comprometa-se com suas metas e encare os obstáculos como etapas para atingir o objetivo final.

Por Lair Ribeiro

Neemias, NE, 7:14, Os filhos de Zacai, setecentos e sessenta.

Por Neemias, Antigo Testamento

A prosperidade não está isenta de muitos temores e desprazeres, e a adversidade não está desprovida de conforto e esperança.

Por Francis Bacon

Lamentações de Jeremias, LM, 1:7, Agora que está aflita e andando sem rumo, Jerusalém se lembra de todas as coisas preciosas que teve nos tempos antigos. Ela se recorda de como o seu povo caiu nas mãos do adversário, sem que ninguém viesse socorrê-la, e de como os adversários a viram e deram risada da sua queda. Hete -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

O mais solitário lugar do mundo é justamente no meio das multidões.

Por Eleanor H. Porter

Arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, porém, anseia por intemporalidade.

Por Frank Gehry

Jeremias, JR, 49:7, A respeito de Edom, assim diz o Senhor dos Exércitos: ´Por acaso não existe mais sabedoria em Temã? Será que pereceu o conselho dos sábios? Desvaneceu a sabedoria deles?

Por Jeremias, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 36:24, São estes os filhos de Zibeão: Aiá e Aná; este é o Aná que achou as fontes termais no deserto, quando apascentava os jumentos de Zibeão, seu pai.

Por Gênesis, Antigo Testamento

⁠FRAQUEZA (soneto) Se de novo à minha porta bater a ilusão sorrateira, repetitiva, para o meu amor hei de dizer-lhe toda a minha decepção e o meu furor, como um gládio vingador Já não instiga o fascínio da imaginação cândida, pois outrora, sagaz foi a dor dilacerante, fatiando a minha emoção agora letarga, tal uma desfalecida flor Mas, ai! há sussurro leve pela janela d’alma, suspirando que nunca é tarde pávido, enfrento-a, isto tudo é balela! Oscilo... Vacilo... E sôfrego... perdido, afrouxo ao coração como um covarde. Pois amor pro amar nunca é esquecido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 abril, 2025, 17’34” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol