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Neemias, NE, 7:41, Os filhos de Pasur, mil duzentos e quarenta e sete.
Por Neemias, Antigo TestamentoMarcos, MC, 5:23, e lhe pediu com insistência: - Minha filhinha está morrendo; venha impor as mãos sobre ela, para que seja salva e viva.
Por Marcos, Novo TestamentoToda a minha vida, tudo o sempre quiseram foi me possuir. O único que me libertou foi você.
Por C. S. PacatAmanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho. Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia. Sentia falta da pequena briga pelo sal no tomate — meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa. Calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.
Por Dalton TrevisanE se ela estiver entediada com tudo e quiser que o mundo seja mais mágico?
Por Hora de Aventura com Fionna e CakeSe o conhecimento estivesse ao alcance da mão e pudesse ser encontrado sem qualquer dificuldade, seria certamente negligenciado. Tudo que é nobre é tão difícil quanto raro.
Por Baruch SpinozaAs pessoas têm de perceber...que ficar nu não é obsceno. O importante é sermos nós mesmos. Se todas as pessoas fossem o que são, ao invés de fingirem que são o que não são, existiria a paz.
Por John LennonOs homens práticos que se julgam livres de qualquer influência intelectual são habitualmente escravos de algum economista morto.
Por John Maynard Keynes