Veja outros textos inspiradores!

Lucas, LC, 24:34, os quais diziam: - De fato, o Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão!

Por Lucas, Novo Testamento

Nenhum governo humano será capaz de resolver ou amenizar as mazelas que nos assolam e assombram. O sistema há muito é corrupto e podre. Os abutres e suas proles farão de tudo pra se perpetuarem no poder, alimentando-se com as "vísceras" de milhões de miseráveis ao redor do mundo. Não eleja, não defenda, seja apartidário. E assim deixará de apoiar corruptos e assassinos e de sonhar o sonho dos tolos.

Por Guilherme-Guilherme

Comecei a fazer uma lista das 10 coisas que eu quero fazer antes de morrer... mas ia zerar a lista rápido demais, visto que vou viver muito ainda. Então aumentei a lista pra 20 itens. Acontece que, ficaram coisas importantes sem mencionar nos top 20... Aí não tive dúvidas e aumentei pra 30. Mas pra fazer tudo isso eu teria que nascer de novo. Bacana só pensar nisso agora, né? Teria que ter começado aos quatro.

Por Caroline Alvares

As pessoas tendem a se concentrar no aqui e agora. O problema é que, quando o aquecimento global for algo que a maioria das pessoas poderá sentir em seu dia a dia, será tarde demais para evitar mudanças muito maiores e potencialmente catastróficas.

Por Elizabeth Kolbert

I Reis, 1RS, 14:24, Havia também na terra prostitutos cultuais. Fizeram segundo todas as coisas abomináveis das nações que o Senhor havia expulsado de diante dos filhos de Israel.

Por I Reis, Antigo Testamento

Respeite os problemas alheios, sem interferir neles, a menos que a sua cooperação seja solicitada. Não pronuncie palavras que ofendam e depreciem. Quando possível, dê sempre alguma frase de consolo e esperança a quem sofre. Não se faça estação de pessimismo ou desânimo. Esqueça o mal que receba e nunca faça a cobrança do bem que tenha podido distribuir. Não impulsione para a frente qualquer questão desagradável. O trabalho no desempenho do seu dever é o capital que lhe valoriza as orações. Lembre-se da parcela de socorro que sempre devemos aos companheiros mais necessitados que nós mesmos. Quanto possível faça algo ou algo aprenda de útil para que seu dia de hoje seja melhor que o de ontem. Nunca se esqueça de que todas as vantagens ou benefícios que desfrutemos da vida são empréstimos de Deus.

Por André Luiz

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens

"O propósito da luta é vencer. Não há vitória possível na defesa. A espada é mais importante que o escudo e a habilidade é mais importante do que qualquer um dos dois. A arma final é o cérebro. Tudo o mais é suplementar."

Por John Steinbeck

Na calmaria dos meus pensamentos. Uma explosão de amor ...Você

Por Sophia Vargas

As Palavras São como um cristal, as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio. Outras, orvalho apenas. Secretas vêm, cheias de memória. Inseguras navegam: barcos ou beijos, as águas estremecem. Desamparadas, inocentes, leves. Tecidas são de luz e são a noite. E mesmo pálidas verdes paraísos lembram ainda. Quem as escuta? Quem as recolhe, assim, cruéis, desfeitas, nas suas conchas puras?

Por Eugénio de Andrade