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Há o que tem limite e o que é sem limite. A arte é a forma perfeita da consciência destes opostos.
Por Vergílio FerreiraO tipo de loucura que eu tinha era diferente. Esra quieta e muito, muito perigosa. Era uma loucura feita para me manter sã.
Por Helen MacdonaldUma carta escrita à mão, achar dinheiro no bolso, cochilo depois do almoço, curtir um feriadão, ter bicho de estimação, ser grato e compreender que um dia vamos morrer e sentir na despedida que as coisas simples da vida nos dão forças pra viver.
Por Bráulio BessaMorrer, alguém me disse recentemente, morrer é fácil. Viver é difícil, para todo o mundo.
Por James HetfieldI Crônicas, 1CR, 17:15, Segundo todas estas palavras e conforme toda esta visão, assim Natã falou com Davi.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoMe disseram que meu espaço liminar é como a escuridão de um túmulo. Mas acho que é como a escuridão da outra ponta da vida. A escuridão de tudo o que está à frente, não de tudo que ficou para trás.
Por John ScalziII Crônicas, 2CR, 26:22, Quanto aos demais atos de Uzias, tanto os primeiros como os últimos, o profeta Isaías, filho de Amoz, os escreveu.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoNa Coroa de Espinhos posso ler meu orgulho. Nas Mãos cravadas com pregos posso ler a minha avareza e a minha ganância. Na Carne que pende Dele como trapos roxos, posso ler minha luxúria. Nos Pés que estão pregados posso encontrar os momentos em que fugi Dele e não quis segui-Lo. Qualquer pecado que você possa imaginar está escrito lá.
Por Fulton SheenO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira Freire